TRANSPOSIÇÃO-UMA ANÁLISE CARTESIANA
Manoel Bomfim Ribeiro
SÍNTESE:
Este trabalho mostra o quadro real da Transposição, como tudo ocorreu desde o inicio e as razões subterrâneas que levam à execução desta mega-obra que, em nada, resolverá os problemas hídrico do Semi-Árido brasileiro. Esta região já possui um grande manancial de água construído pela tenacidade do homem do Nordeste. É um grande cubo de 37 quilômetros cúbicos de água armazenados nos milhares de reservatórios espalhados por todos os quadrantes do Semi-Árido.Falta apenas uma grande e potente rede de adutoras para levar esta água a todos os recantos desta grande região.Esta rede já começou, faltando tão somente dotações e recursos para o aceleramento das obras.Estas adutoras independem do canal da Transposição porque as águas já estão acumuladas nos seus reservatórios
Foi no ano de 1820 que D. João VI, recebendo informações históricas das secas arrasadoras do século XVIII, mais precisamente da grande seca de 1777/1779, imaginou soluções para amenizar o sofrimento das populações do Nordeste brasileiro. Rios e riachos intermitentes, Jaguaribe, Piranhas, Açu, Potí, Pirangí Acaraú, Curu, Vasa Barris, Navio, tantos e tantos outros se assoberbavam com as chuvas hibernais, indômitos e avassaladores, despejando, totalmente, suas águas no Atlântico e não acumulando nenhuma reserva para os meses subseqüentes. Para mitigar a sede das populações que aumentavam a cada ano, fazia-se necessário que estes rios fossem perenizados. Foi fácil para D.João VI imaginar, com os poucos dados de que dispunha, perenizá-los com as águas do fabuloso São Francisco, um rio imenso, sem nenhum aproveitamento, navegação incipiente e já coleando o próprio Semi-Árido. Fácil construir um canal por gravidade, sem pensar na topografia e nas diferenças de cotas, um verdadeiro Ovo de Colombo. O Governo Imperial não falava em açudes, nem poços tubulares, coisas lá do mundo oriental. Alguns fazendeiros, entretanto, premidos pelas necessidades, foram tentando juntar água, construindo barreiros e açudes aleatoriamente na base da pura imaginação e de acordo com as condições locais, sem nenhum plano executivo, mas os seus efeitos foram tão prodigiosos para as populações circundantes que estes foram se multiplicando e, ao alvorecer do século XX, houve uma verdadeira correria da sociedade sertaneja para construir açudes nas suas propriedades. Os grandes fazendeiros, representantes do feudalismo rural, com mão de obra fácil e disponível, começaram a aproveitar o rendilhado dos riachos intermitentes, tão comum em todo o relevo do Nordeste. Escolhiam, por intuição, as ombreiras mais propicias para a construção artesanal dos reservatórios e transportavam os materiais para barrar a passagem do riacho, utilizando-se de 2, 3 ou 4 couros crus de boi, emendados uns aos outros e arrastados por uma junta, também, de boi, gradativamente, iam elevando o paramento da barragem com boa largura, geralmente super-dimensionada. Região de pecuária, com o couro fazia-se tudo, portas, janelas, cadeiras, tamboretes, camas, etc, Foi a Civilização do Couro, de que nos fala Capistrano de Abreu.. Os pequenos criadores procuravam imitar, nos seus sítios e fazendolas, as represas que viam nas grandes propriedades. Construíam barreiros, aguadas, algibes, tudo sem nenhum planejamento, mas que juntava água. Aprenderam também que o Sol era uma grande bomba de sucção, secando as aguadas com muita rapidez. O jeito era afundar mais a bacia do barreiro, isto é, dar mais profundidade á obra, uma maneira intuitiva de salvar um pouco de água sobre os danosos efeitos da evaporação.
AÇUDES- SUAS FUNÇÕES
Quando a sociedade ruralista se convenceu da importância do açude como grande solução, retardando a viagem das águas para o mar, sentindo os seus efeitos benéficos nas suas propriedades, salvando o gado apesar das grandes estiagens e cada fazendeiro assistindo os benefícios no seu vizinho, houve uma verdadeira nucleação na construção destes reservatórios. Um grande envolvimento surgiu nos diversos setores da sociedade, nos órgãos oficiais, prefeituras, governos de estado, governo federal, particulares, todo mundo. O pool era construir açudes. Surgiram as firmas empreiteiras e no principio o trabalho era manual, na padiola, no bangüê, tropas de jumentos equipados com caixotes transportando materiais para a construção dos paramentos. A compactação do maciço era feito com os pés do próprio animal. Trabalho árduo, demorado mas constante. Depois e gradativamente os empreiteiros foram se mecanizando com caminhões e tratores de lâminas. Mais tarde surgiram as moto-screpers, motoniveladoras, touna-pool, pé de carneiro, etc., firmas já totalmente mecanizadas. Os açudes iam surgindo da noite para o dia, as técnicas construtivas melhoravam a cada nova obra. Equipes de técnicos vasculhavam o sertão pesquisando as pequenas bacias hidrográficas, os riachos sazonais e intermitentes, determinando locais propícios e com boas ombreiras para a construção de açudes. Não era de boa gente quem não tivesse um bom açude. Theófilo Guerra, profundo conhecedor do Semi-Árido, dizia: "No sertão vale mais deixar à família um bom açude do que um rico e belo palácio". Surgiram os açudes de Cooperação que consistia numa participação entre o governo e o proprietário da terra. Foi uma grande ajuda ao fazendeiro minimizando, sensivelmente, os terríveis efeitos das secas. E os reservatórios se multiplicaram e o Semi-Árido foi sendo pontilhado de pequenos, médios e grandes pólos hídricos.
A sociedade sertaneja acreditou, convictamente, no açude e pressionou, com o exemplo no campo, o que o Governo devia fazer. Cada açude construído era uma benesse, era uma salvação. Naquele século em que a vegetação nativa ainda dominava os campos, o gado era criado na solta e um bom açude era uma grande proteção para a vida na fazenda. Os políticos, representantes naturais da sociedade, por sua vez, exigiam ações práticas do Governo para a construção de reservatórios.
Por determinação do Governo Imperial os engenheiros da Corte foram requisitados, vieram outros de Portugal e os levantamentos técnicos começaram a ser elaborados com estudos topográficos, projetos em pranchetas, dimensionamentos de volume e cálculos de estabilidade. A tecnologia na construção de açudes se aprimorou, cálculos de índices de evaporação, centenas de pluviômetros instalados determinando os níveis de precipitação, estudos de geologia para a seleção dos materiais mais argilosos para uso nas paredes das obras, estudos de infiltração e retenção das águas no solo, "run-of", isto é, o índice de escoamento das águas de superfície nos talvegues dos riachos.
Deixamos a Civilização do Couro e entramos na Civilização do Açude.
Em fevereiro de 1878 uma Comissão criada pelo Governo excursionou por alguns estados do Nordeste, principalmente pelo estado do Ceará e elaborou um minucioso relatório recomendando:
a) A construção de ferrovias, o único meio de transporte terrestre da época. Não se falava em rodovias, não existia.
b) A construção de 30 açudes, tendo cada um a capacidade de acumular um milhão de metros cúbicos de água.
c) Instalação de estações meteorológicas
d) A construção de um canal para ligar o rio São Francisco ao rio Jaguaribe
PERÍODO DOS GRANDES AÇUDES
Os técnicos, á medida que dominaram os procedimentos construtivos, criaram uma verdadeira emulação para a execução de grandes açudes, procurando competir com os maiores de mundo. Em 1936 foi construído o açudes Coremas, logo mais o Mãe d'Agua, no estado da Paraíba, interligados entre si por um túnel de 15 km, totalizando 1,4 bilhão de metros cúbicos de água. Somente o Coremas com 720 milhões de m³ tornou-se o maior açude do continente Sul-Americano.
No ano de 1960 foi a vez do Orós no Ceará, interceptando o rio Jaguaribe, no Governo JK, considerado o maior rio seco do Mundo. Este açude acumula 2,5 bilhões de metros cúbicos, mas com a válvula dispersora pode acumular 4 bilhões. Maior açude do Mundo.
No ano de 1983, o ministro Mário Andreazza, o pai das grandes obras, construiu , no Açu, Rio Grande do Norte, o açude Eng. Armando Ribeiro Gonçalves, com capacidade de 2,4 bilhões de m³, tornando-se o 2º maior açude do Mundo.
Em 2003 foi concluído e inaugurado o açude Castanhão no rio Jaguaribe, inaugurado pelo presidente Lula e, disparado, o maior açude do Mundo, acumulando 6,7 bilhões de m³, volume equivalente a quase 3 vezes a Baia da Guanabara e 44 vezes o Paranoá, o grande lago de Brasília que ameniza a umidade atmosférica da Capital da Republica. O Castanhão, orgulho da engenharia hidráulica nacional, pode ser visto da lua e se um dia fossem distribuídas suas águas através sistemas de adutoras. atenderia toda a população do estado do Ceará. A vazão total do Vale é de 43,5m³/s.(100% de garantia) Numa méga e hipotética distribuição de águas, o Castanhão atenderia a população dos 3 estados que gritam pela Transposição, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba e ainda sobraria muita água. Os canais teriam uma quilometragem bem menor que os da Transposição.
E foi assim, nesta grande corrida construtiva, que chegamos, ao final do século XX, com o fantástico número de 70.000 açudes(LARAQUE 1989) espacialmente espalhados por todos os quadrantes do Semi-Árido brasileiro. Deste, cerca de 60% são anuais, não suportam dois anos sem novas chuvas, não podem estruturar uma propriedade. São pequenas obras construídas no braço. Cerca de 20% são plurianuais, suportando as secas normais e não as excepcionais. Os restantes 20%, em torno de 14 a 15.000 açudes são inter-anuais suportando as grandes travessias estivais, não secam jamais, apesar das grandes secas que ocorrem a cada 26anos(senóide de Fourier). São os grandes açudes, com rigoroso aprimoramento técnico e acumulando cerca de 80% das águas existentes no Semi-Árido, algo em torno de 30 bilhões de m³. Alguns, com hidrelétricas montadas e muitos outros com projetos de irrigação. Na maioria são ociosos, grandes espelhos evaporativos, "verdadeiros cemitérios de água"de que nos fala o economista paraibano e ex ministro Maílson da Nóbrega, pouco aproveitados, sofrem os drásticos efeitos da evaporação, mas , anualmente se recuperam total ou parcialmente.
A TRANSPOSIÇÃO
A idéia, entretanto, de levar águas do São Francisco para o Nordeste já estava implantada na cabeça dos homens. Nada melhor do que ver todos os rios perenizados. Os políticos, na sua grande maioria desejavam, lutavam e lutam pela Transposição levados mais pelo simples desejo, mas quase sempre sem nenhum embasamento técnico.
D. João VI teve a inocente idéia de levar a água por gravidade.
Em 1847 foi a vez do Intendente do Crato levar o problema á Corte Imperial. A construção de açudes estava começando. Em 1830 a Regência Trina autorizou e construiu o açude Velho, excelente obra, no coração de Campina Grande. Até hoje la´ está ele prestando seus serviços á comunidade.
Em 1856 o Governo autorizou os primeiros estudos da Transposição. Em 1906 foi concluído o açude do Cedro no rio Sitiá, afluente do Banabuiu do sistema Jaguaribe, acumulando 120.000.000 de m³ de água. Na grande seca de 1915 este açude salvou milhares de vida oferecendo aos flagelados cerca de 270 toneladas de peixes. Tudo isto mostra a importância dos açudes.
No ano de 1912 o IFOCS fez os estudos preliminares da Transposição, mas em 1913 o eng. Arrojado Lisboa faz uma palestra no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro se antepondo á obra. Foi quando a construção de açudes mais ganhou corpo. Em 1934 o IFOCS já tinha construído 114 grandes açudes acumulando mais de 1 bilhão de m³. Observa-se que em 1878 o Governo Imperial autorizou a construção de 30 açudes com capacidade de apenas 1 milhão cada, totalizando 30 milhões acumulados. Já estávamos bem na frente.
Em 1981, o ministro Andreazza quis fazer a Transposição, chegando a instalar um canteiro de obras em Rajadas, Petrolina-PE. Conhecido pela audácia de executar grandes obras como a Ponte Rio-Niteroi (engenharia civil, concreto) e a Transamazônica (engenharia rodoviária), faria a Transposição (engenharia hidráulica) naquele período discricionário, sem um grito de protesto. Faltou recursos, foi a chance perdida da Transposição. Transposição agora nunca mais. Exatamente no ano de 1981 O DNOCS já tinha construído 263 obras de açudagem acumulando 12 bilhões de m³, todas bem projetadas e com elevado índice de segurança.
Em 1994, o Ministério da Integração Regional (ministro Aloísio Alves) fez um arranco querendo levar, a qualquer preço, 300m³/s do rio São Francisco para o Nordeste Setentrional. Seria um outro rio amplamente navegável, bem mais que o Tâmisa em descarga, o maior rio da Inglaterra.. O Tamisa tem 346 km de comprimento. O canal do Aloísio teria quase 1000 km, 3 vezes mais extenso. Perdeu-se pelo seu hiperbolismo. Neste mesmo ano de 94 a Secretaria da Presidência da Republica autorizou à Sudene avaliar as reais necessidade de recursos hídricos para o Nordeste. Nesta avaliação, o PLIRHINE (Plano de Aproveitamento Integrado dos Recursos Hídricos do Nordeste) concluiu que o Semi-Árido necessitará, em 2020, de um consumo de água de 8 bilhões de m³/ano para atender a todos os seus usos múltiplos, abastecimento humano, dessedentação animal, industria, agroindústria e irrigação. Dentro do PLIRHINE existiu o Programa de Fortalecimento da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste que programou em 1994 mais 71 novos açudes a serem construídos nas 4 unidades: Ceará 50, R.G. Norte 3,Paraíba 7 e Pernambuco 11, acrescentando mais 12 bilhões de m³ ao já existente. Neste ano de 94 O DNOCS já havia construído 296 açudes acumulando 17 bilhões de m³ de água e mais 622 açudes em regime de cooperação, acumulando mais 2 bilhões de m³, totalizando já 19 bilhões de m³, volume muito além das reais necessidades do Semi-Árido brasileiro.
No ano de 2001, uma consulta ao BIRD feita pelo Ministério da Integração Nacional sobre empréstimo para a Transposição, recebeu uma resposta negativa, aconselhando aquele banco que se fizesse primeiro o aproveitamento das águas já existentes no Semi-Árido. Um bolo de palmatória. Por esta razão esta mega obra não possui recursos externos.
A partir de 2004 é a história que conhecemos. Houve muita discrepância de projeto quanto aos volumes a transportar. De 300m³/s mudaram para 260, 145 127, 64, 26, e por aí vão. Uma total incerteza do que pretendem, uma falta de análise aprofundada. O mais recente é transportar 64m³/ mas a estrutura concebida e projetada é para 127m³/s, ou seja 2,1 bilhões de m³/ano. Vale lembrar que numa só noite chuvosa, com precipitação de 70 mm num terço do Semi-Árido (300.000 km²) desabam sobre esta superfície exatamente 2,1 bilhões de m³ de água, o volume que querem levar com tanto trabalho e despesas. Isto é realidade, não é sofisma. No meu livro, recentemente publicado A POTENCIALIDADE DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO, detalhamos os caminhos das águas que irão ser transportadas pelos canais. Irão ser despejadas em 8 açudes que já detêm 13 bilhões de m³ de água nos seus bojos. O total, entretanto, que o Semi-Árido já acumula é de 37 bilhões de m³ de água, que, segundo o Governo, não resolveram o problema hídrico da região. Agora, entretanto, vai ser resolvido com 2,1 bilhões. Tenham a santa paciência! Isto é uma afronta aos técnicos do País, uma total falta de respeito aos engenheiros do Brasil. Até o leigo, até o analfabeto não entende porque 2,10 bilhões de m³ vão abastecer 12 milhões de habitantes e os 37 bilhões não abastecem. Ridículo.
Fala-se na sinergia, uma soma de forças concorrentes para otimizar aproveitamentos, no caso os recursos hídricos em questão. Isto quer dizer que toda a água dos açudes pode ser consumida porque vem mais. Ocorre que o acréscimo vindo da Transposição não cobre nem a evaporação dos açudes em questão. Para se ter uma idéia , se os 2,10 bilhões fossem totalmente direcionados só para o Castanhão, apenas compensaria a evaporação deste mega açude que é, igualmente, de 2,10 bilhões de m³/ano. Nada mais, esta é a Transposição.
Não fizemos nenhuma abordagem sobre as águas subterrâneas do Semi-Árido que ocupam um grande maciço sedimentar de 30% da sua superfície. São 135 bilhões de m³ de água armazenados no seio da terra e, ainda, quase nada explorados. Haja água!
OBRAS INCONCLUSAS
Uma nova mega-obra, a Transposição, se desenha nos céus do Nordeste brasileiro. É oportuno fazer um retrospecto das inúmeras outras obras que foram iniciadas para benefício desta grande região e, logo após, simplesmente, abandonadas, inconclusas e sem ter culpados. São geralmente abandonadas pelos desígnios de Deus e nunca pela culpa dos governantes. Não há culpados a responder e assim vai o nosso Semi-Árido, na sua imensa grandeza, sendo visto pelo Governo apenas como um incômodo á sua administração. A arrancada inicial é sempre explosiva e hiperbólica, um grande banho de esperanças mil sobre os sertanejos desiludidos. Nós, matutos, já vemos tudo com natural desconfiança. Em seguida, logo mais, os recursos orçamentários são contingenciados, as obras interrompidas e o Governo bate em retirada sem nenhuma cerimônia Novas prioridades surgem, aqueloutras são esquecidas. Não precisamos chegar ás gerações futuras para vê-las abandonadas, a coisa é rápida e tudo ocorre dentro da nossa própria geração. Os fracassos são crônicos, sucessivos e acumulativos.
Para se ter uma real dimensão deste descalabro administrativo vamos aos fatos, que escandalizariam a qualquer governante de um país europeu.
Relacionamos abaixo 21 obras inconclusas e abandonadas no Nordeste, mas o número é bem superior, vejamos.
Estado do Piauí
Tabuleiros Litorâneos - Projeto de Irrigação de 7.244 há. Teve inicio em 1987
Platô de Guadalupe - Projeto de Irrigação de 13817 há
Vale do Gurguéia - Projeto de Irrigação de 12.000 há
Açude Petrônio Portela-Adutora do Garrincha (Abastecimento)
Açude do Genipapo - Adutoras (Abastecimento)
Adutora do Estreito
Adutora do Sudeste-1999
Barragem do Rangel-1998
Barragem dos Piaus-2002
Barragem do Castelo-1988
Adutora do Algodão
Estado do Ceará
Baixo Acaraú -Projeto de Irrigação-5.950 há
Tabuleiro de Russas-2ª etapa-Projeto de Irrigação 10.666 há
Araras Norte-2ª etapa Projeto de Irrigação 1649 há
Jaguaribe-Apodí-2ª etapa Projeto de Irrigação 2.500 há
Barragem do Cedro - Projeto de Irrigação 2350 há (Ano 1906)
Barragem do Castanhão -Projeto de Irrigação 43.000 há-Abastecer Fortaleza e mais 10 cidades.-Geração de energia- 3.800 T/ano de pescado.
Barragem Paulo Pessoa Projeto de Irrigação- 3.500 há (1991)
Barragem do Taquara
Barragem do Granja-45 anos-Iniciado em 1962
Barragem Trussu- Iguatu
Barragem Aurora-Rio Salgado
Estado de Pernambuco
Barragem Serra Talhada- Projeto de Irrigação -5.000 há
Adutora do Oeste-Abastecimento de 43 localidades-230.000 hab-.721 km partindo do rio São Francisco.
Adutora Jucazinho - Abastecimento de Caruaru e mais 18 cidades-700.000 hab.Parte do açude Antonio Gouveia
Adutora do Agreste
Projeto Itaparica -Irrigação -20.000 há- Reassentamento 30.000 hab.margem do rio-20 anos
Orocó- Canal de Irrigação e Abastecimento
Barragem Umburanas em Boa Vista-(amontoado de concreto)
Açude do Rosário- Mun. de Iguaraci -Irrigação
Moxotó -Perímetro Irrigado- Açude Poço da Cruz -Ibimirim -Salinizado (1976)
Custódia- Antigos canais de Irrigação
Adutora do Pajeú -(com tomada em Itaparica)
Pontal-Projeto de Irrigação 10.000 há em Petrolina
ESTADO DA PARAÍBA
Canal da Redenção-37 km -Projeto de Irrigação Várzea do Sousa- 5.000 ha- Iniciado em 1998 a partir de Coremas.Forte questão política
Projeto de Irrigação São Gonçalo de 3.000 há só implantou 1.500 há
CONCLUSÃO
Este é o quadro geral das obras abandonadas e inconclusas no Nordeste brasileiro, uma vergonha e uma afronta á sociedade nordestina que grita por obras estruturais para o seu desenvolvimento pleno. Se os projetos de irrigação estivessem concluídos teríamos mais 300.000 hectares irrigados gerando quase dois milhões de empregos e produzindo cerca de 15 milhões de toneladas de produtos agrícolas por ano, uma grande riqueza para a nossa região. Além do mais estes 300.000 hectares são uma geratriz de grande efeito multiplicador. Surgem cidades, vilas, escolas profissionalizantes, universidades, hotéis, indústrias, comércio especializado, supermercados e tudo mais que exige uma nucleação popular.
A indústria das secas é um fato inerente á vida política da região nordestina tendo como carro chefe o pipa a desfilar pelos nossos sertões sequiosos, onde o chefe político exerce o seu poder sobre a água. Esta indústria vem num crescendo constante com obras de todos os tamanhos, açudes, canais, adutoras, irrigação, obras inconclusas.
Agora é a vez da Transposição, obra inócua e desprovida de significado, pois que o Nordeste setentrional, penhoradamente, agradece e dispensa as águas do rio São Francisco, por total e absoluta falta de necessidade, uma vez que já acumula, somente nos 8 grandes açudes, 13 bilhões de metros cúbicos de água, (5 vezes e meia a baia da Guanabara), exatamente os 8 açudes plurianuais que irão receber os magros 2 bilhões/m³ anuais (127m³/s) aduzidos do canal da Transposição. A evaporação anual dos 13 bilhões é da ordem de 4 bilhões, o dobro da água que vai chegar do rio. Uma irrisão.
Mais ainda, os 3 estados mais ávidos por mais água, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará já acumulam nos seus imensos reservatórios 26 bilhões de metros cúbicos, 70%das águas reservadas no Semi-Árido brasileiro, 11 vezes as águas da baia da Guanabara. Pela vulnerabilidade deste grande Projeto, numa análise cartesiana, somos levados a pensar que ele não resistirá a uma travessia administrativa e pode morrer na praia.
Até mesmo o Coordenador Geral da Transposição, Rômulo Macedo, ilustre e ilustrado engenheiro, receia que, faltando continuidade administrativa como soe acontecer, esta obra se transforme numa Transamazônica (ISTO È nº 1964), que, como todos sabem, é uma vergonha nacional.
Os dados apresentados aqui são reais, são verdadeiras e nem podiam deixar de ser. Os técnicos sabem e conhecem, mas são áulicos do Governo. O então governador do Rio de Janeiro, Carlos Lacerda já dizia: "O técnico é um profissional fundamental para o desenvolvimento de um país, mas se torna de alta periculosidade quando está a serviço do Governo, porque deixa de defender soluções para aplaudir posições".
Ainda é tempo para reflexões, afim de que esta obra, em breve, não venha a ser o grande Complexo Industrial das Secas e se transforme no grande elefante do reino de Sião, ou seja o maior elefante branco da América do Sul
Artigo publicado no CADERNO CEAS 227, Especial Rio São Francisco, Dezembro 2007
Transposition de Rio San Francisco
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TRANSPOSIÇÃO-UMA ANALYSE CARTÉSIENNE
Manoel Bomfim Ribeiro
SYNTHÈSE :
Ce je travaille échantillon le tableau réel de la Transposition, comme tout s'est produit depuis le début et les raisons souterraines qui prennent à l'exécution de cette mega-obra que, en rien, décidera les problèmes hydrique du Semi-Ãrido brésilien. Cette région déjà possède une grande source d'eau construite par la ténacité de l'homme nord-est. Est un grand cube de 37 kilomètres cubiques d'eau stockés nous milliers de réservoirs éparpillés par tous les quarts de cercle de Semi-Ãrido.Falta seulement un grande et puissants filets expositoire prendre de cette eau les tous les recoins de cette grande région. Ce filet a déjà commencé, en manquant aussi seulement dotations et de ressources pour l'aceleramento des oeuvres. Cet expositoires independem du canal de la Transposition parce que les eaux déjà nous sont accumulé leurs réservoirs
A été dans l'année de 1820 que D. João VI, en recevant informations historiques des sécheresses destructrices du siècle XVIII, plus précisément de la grande sécheresse de 1777/1779, a imaginé des solutions pour égayer la souffrance des populations nord-est brésilien. Fleuves et courants intermittents, Jaguaribe, Piranhas, Açu, PotÃ, Pirangà Acaraú, Curu, Vasa Tonneaux, Navire, tant et tant autres si assoberbavam avec les pluies hibernais, indômitos et dominantes, en versant, totalement, leurs eaux dans l'Atlantique eten n'accumulant pas n n'accumulant pas aucune réserve pour les mois ultérieurs. Pour atténuer le siège des populations qui augmentaient à chaque année, nécessaire faisait que ces fleuves étaient des perenizados. A été facile D.João VI pour imaginer, avec les peu de données dont il disposait, perenizar les avec les eaux de la fabuloso San Francisco, un fleuve immense, sans aucune exploitation, navigation naissante et déjà en serpentant le Semi-Ãrido lui-même. Facile construire un canal par gravité, sans penser dans la topographie et dans les différences de quotas, un vrai Oeuf de Colomb. Le Gouvernement Impérial ne parlait pas dans des barrages, ni puits tubulaires, choses là du monde oriental. Quelques agriculteurs, néanmoins, premidos par les nécessités, ont essayé de rejoindre de l'eau, en construisant tourbières et barrages aléatoirement dans la base de la pure imagination et conformément aux conditions locales, sans aucun plan exécutif, mais leurs effets ont été aussi fabuleux pour les populations entourantes que ceux-ci ont été si en multipliant et, à l'aube du siècle XX, il a y eu une vraie course de la société broussarde pour construire des barrages dans leurs propriétés. Les grands agriculteurs, représentants de la feudalismo agricole, avec main d'oeuvre facile et disponible, ont commencé à profiter du garni de dentelles des courants intermittents, aussi commun dans tout relief nord-est. Ils choisissaient, par intuition, les ombreiras le plus propice pour la construction artisanale des réservoirs et transportaient les matériels pour barrer le passage du courant, en s'utilisant de 2, 3 ou 4 cuirs crus de boeuf, amendés aux autres et traînés par une jointe, aussi, de boeuf, graduellement ils, allaient en élever la paramento du barrage avec bonne largeur, en règle générale super-dimensionada. Région d'élevage du bétail, avec le cuir se faisait tout, portes, fenêtres, chaises, tabourets, lits, etc, A été la Civilisation du Cuir, dont nous parole Capistrano de Abreu. Petits créateurs cherchaient à imiter, nous leurs sites et fazendolas, les barrages ils lesquels voyaient dans les grandes propriétés. ConstruÃam tourbières, aqueuses, algibes, tout sans aucune planification, mais qui rejoignait de l'eau. Ils ont appris aussi que le Soleil était une grande bombe de succion, en séchant les aqueuses beaucoup de rapidement. L'habileté était couler plus le bassin de la tourbière, ceci est, donner plus profondeur l'oeuvre, une manière intuitive de sauver un peu d'eau sur les néfastes effets de l'évaporation.
BARRAGES LEURS FONCTIONS
Quand la société ruraliste s'est convaincue de l'importance du barrage comme grande solution, en retardant le voyage des eaux pour la mer, en sentant leurs effets bénéfiques dans leurs propriétés, en sauvant le bétail malgré de grands estiagens et chaque agriculteur en assistant les bénéfices dans son voisin, a eu une vraie nucléation dans la construction de ces réservoirs. Un grand engagement est apparu nous divers secteurs de la société, nous agences officielles, préfectures, gouvernements d'état, gouvernement fédéral, particuliers, tout le monde. La pool était construire des barrages. Sont apparues les entreprises contractants et dans lui je commence le travail était manuel, dans la civière, dans bangüê, troupes de jumentos équipées avec des cartons en transportant matériels pour la construction des paramentos. La compactation du massif était faite avec les pieds de l'animal lui-même. Travail laborieux, retardé mais constant. Ensuite et graduellement les contractants ont été si en mécanisant avec des camions et des tracteurs de lames. Plus tard sont apparus les moto-screpers, motoniveladoras, touna-pool, pied de mouton, etc., entreprises déjà totalement mécanisées. Les barrages allaient en apparaître de la nuit pour le jour, les techniques constructives s'amélioraient à chaque nouvelle oeuvre. Des équipes de techniciens cherchaient l'arrière-pays en cherchant petits bassins hydrographiques, les courants saisonniers et intermittents, en déterminant locaux propices et avec de bonnes ombreiras pour la construction de barrages. Ce n'était pas de bons gens qui n'avaient pas un bon barrage. Theófilo Guerre, profond connaisseur du Semi-Ãrido, disait : « L'arrière-pays a valu plus laisser à la famille un bon barrage dont un riche et beau palais ». Sont apparus les barrages de Coopération qui consistait à une participation entre le gouvernement et le propriétaire de la terre. Ce a été un grand aide à l'agriculteur en minimisant, sensiblement, les terribles effets des sécheresses. Et les réservoirs se sont multipliés et le Semi-Ãrido a été pointillé petits, de moyens et grands pôles hydriques.
La société broussarde a cru, convaincuement, dans le barrage et a fait pression, avec l'exemple dans le champ, ce que le Gouvernement devait faire. Chaque barrage construit était une faveur, était un salut. Dans ce siècle où la végétation indigène encore dominait les champs, le bétail était créé dans libérée et un bon barrage était une grande protection pour la vie dans l'exploitation agricole. Les hommes politiques, représentants naturels de la société, à son tour, exigeaient actions pratiques du Gouvernement pour la construction de réservoirs.
Par détermination du Gouvernement Impérial les ingénieurs de Corte ont été demandés, sont venus autres du Portugal et les enquêtes techniques ont commencé à être élaborées avec des études topographiques, projets dans des planchettes, dimensionamentos de volume et calculs de stabilité. La technologie dans la construction de barrages s'est améliorée, calculs d'indices d'évaporation, centaines de pluviomètres installés en déterminant les niveaux de précipitation, études de géologie pour l'élection des matériels le plus argileux pour utilisation dans les murs des oeuvres, études d'infiltration et rétention des eaux dans le sol, « run-of », ceci est, l'indice de vidange des eaux de surface nous talvegues des courants.
Nous laissons Civilisation du Cuir et entrons dans la Civilisation du Barrage.
En février 1878 une Commission créée par le Gouvernement a voyagé par quelques états nord-est, principalement par l'état du Ceará et a élaboré un minutieux rapport en recommandant :
a) La construction de voies ferrées, seul moyen de transport terrestre du temps. Il ne se parlait pas dans des routes, n'existait pas.
b) La construction de 30 barrages, en ayant chacun la capacité d'accumuler un million de mètres cubiques d'eau.
c) Installation de postes météorologiques
d) la construction d'un canal pour lier au fleuve San Francisco au fleuve Jaguaribe
PÉRIODE des GRANDS BARRAGES
les techniciens, à mesure qui ont dominé les procédures constructives, ont créé une vraie émulation pour l'exécution de grands barrages, en cherchant appartenir avec plus grands de monde. En 1936 il a été construit les barrages Coremas, ensuite plus la Mère d'eau, dans l'état du ParaÃba, liés entre lui par un tunnel de 15 km, en totalisant 1.4 milliard de mètres cubiques d'eau. Seulement le Coremas avec 720 millions de m ³ s'est rendu plus le plus grand barrage du continent Sud-américain.
Dans l'année de 1960 ce a été la fois de l'Orós dans le Ceará, en interceptant le fleuve Jaguaribe, à le Gouvernement JK, considéré plus le plus grand fleuve sec du Monde. Ce barrage accumule 2.5 milliards de mètres cubiques, mais avec la valve dispersive il peut accumuler 4 milliards. Plus grand barrage du Monde.
Dans l'année de 1983, le ministre Mário Andreazza, le père des grandes oeuvres, a construit, dans l'Açu, Rio Grande du Nord, le barrage Eng. Armando Ribeiro Gonçalves, avec capacité de 2.4 milliards de m ³, en se rendant la 2º le plus grand barrage du Monde.
Dans 2003 il a été conclu et inauguré le barrage Castanhão dans le fleuve Jaguaribe, inauguré par le président Lula et, le tiré, plus le plus grand barrage du Monde, en accumulant 6.7 milliards de m ³, volume équivalent les presque 3 fois des Baie du Guanabara et 44 fois le Paranoá, le grand lac de BrasÃlia qui égaye l'humidité atmosphérique du Capital de la République. Le Castanhão, orgueil de l'ingénierie hydraulique nationale, peut être vu de la lune et si un jour étaient distribuées leurs eaux à travers des systèmes expositoires. ferait attention toute la population de l'état du Ceará. La sortie totale de Vale est de 43,5m ³ /s. (100% de garantie) Dans une méga et une hypothétique distribution d'eaux, le Castanhão ferait attention la population des 3 états qui crient par la Transposition, Ceará, Rio Grande de Norte et ParaÃba et encore surabonderait beaucoup d'eau. Les canaux auraient un kilométrage bien mineur qui de la Transposition.
Et ce a été ainsi, dans cette grande course constructive, que nous arrivons, à la fin du siècle XX, avec le fantastique nombre de 70.000 barrages (LARAQUE 1989) spatialement éparpillés par tous les quarts de cercle du Semi-Ãrido brésilien. De celui-ci, environ ils 60% sont annuels, ne supportent pas deux ans sans nouvelles pluies, ne peuvent pas structurer une propriété. Ce sont de petites oeuvres construites dans le bras. Environ ils 20% sont pluriannuels, en supportant les sécheresses normales et non eux exceptionnels. Les restes 20%, autour de 14 à 15.000 barrages sont inter-anuais en supportants les grands passages estivaux, ne sèchent pas jamais, malgré des grandes sécheresses qui se produisent à chaque 26anos (sinusoïde de Fourier). Ce sont les grands barrages, avec rigoureuse amélioration technique et en accumulant environ 80% des eaux existantes dans le Semi-Ãrido, quelque chose autour de 30 milliards de m ³. Quelques-uns, avec hydro-électriques montées et beaucoup autres avec des projets d'irrigation. Dans ils à la majorité sont oisifs, grands miroirs évaporatifs, « vrais cimetières d'eau " de que nous parole l'économiste paraibano et exe je donne MaÃlson de Nóbrega, peu profités, souffrent les drastiquux effets de l'évaporation, mais, annuellement ils se récupèrent total ou partiellement.
La TRANSPOSITION
l'idée, néanmoins, de prendre des eaux de San Francisco pour le Nord-est déjà est implantée dans la tête des hommes. Rien mieux de ce que ne pas voir tous les fleuves perenizados. Les hommes politiques, dans leur grande plupart désiraient, combattaient et combattent pour la Transposition pris plus pour le simple désir, mais presque toujours sans aucun sous-sol technique.
D. João VI a eu l'innocente idée de prendre l'eau par gravité.
En 1847 a été la fois de l'Intendant du Crato de prendre le problème Corte Impériale. La construction de barrages commençait. En 1830 la Régence Trina a autorisé et a construit le barrage Vieux, excellente oeuvre, dans le coeur de Paysanne Grande. Jusqu'aujourd'hui à la´ est en prêtant leurs services la communauté.
En 1856 le Gouvernement a autorisé premières études de la Transposition. En 1906 a été conclu le barrage du Cèdre à le fleuve Sitiá, affluent du Banabuiu du système Jaguaribe, en s'accumulant 120.000.000 de m ³ d'eau. Dans la grande sécheresse de 1915 ce barrage a sauvé des milliers de vie en offrant aux flagellés environ 270 tonnes de poissons. Tout ceci échantillon l'importance des barrages.
Dans l'année de 1912 IFOCS a fait les études préliminaires de la Transposition, mais en 1913 eng. Audacieuse Lisbonne fait une conférence dans le Club d'Ingénierie de Rio de Janeiro si en préc3dant l'oeuvre. Ce a été quand la construction de barrages plus a gagné corps. En 1934 IFOCS déjà avait construit 114 grands barrages en s'accumulant plus de 1 milliard de m ³. Il s'observe qu'en 1878 le Gouvernement Impérial a autorisé de la construction de 30 barrages avec capacité seulement de 1 million chaque, en totalisant 30 millions accumulés. Déjà nous étions bien dans le devant.
En 1981, le ministre Andreazza a voulu faire la Transposition, en arrivant à installer un marbrier d'oeuvres dans des Rafales, Petrolina-PE. Connu par l'audace d'exécuter de grandes oeuvres comme le Pont Rio-Niteroi (ingénierie civile, concrète) et à Transamazônica (ingénierie routière), il ferait la Transposition (ingénierie hydraulique) dans cette période discrétionnaire, sans un cri de protestation. Il a manqué de ressources, a été la possibilité perdue de la Transposition. Transposition maintenant jamais plus. Exactement dans l'année de 1981 DNOCS déjà avait construit 263 oeuvres de açudagem en accumulant 12 milliards de m ³, de tout bien projetées et avec élevé indice de sécurité.
En 1994, le Ministère de l'Intégration Régionale (je donne AloÃsio Alves) a fait un arrachement en voulant prendre, à n'importe quel prix, 300m ³ /s du fleuve San Francisco pour le Nord-est Septentrional. Ce serait un autre fleuve suffisantement navigable, bien plus que Tâmisa dans déchargement, plus le plus grand fleuve de l'Angleterre. Tamisa a 346 km de longueur. Le canal de l'AloÃsio aurait presque 1000 km, 3 fois plus étendu. Il s'est perdu par sa hiperbolismo. Dans cette même année de 94 Secretaria de la Présidence de la République a autorisé au Sudene à évaluer les Réaux nécessité de ressources hydriques pour le Nord-est. Dans cette évaluation, PLIRHINE (Plan d'Exploitation Intégrée des Ressources Hydriques nord-est) a conclu que le Semi-Ãrido aura besoin, dans 2020, d'une consommation d'eau de 8 milliards de m ³ /ano pour faire attention à toutes les leurs utilisations multiples, à approvisionnement humain, à dessedentação animale, à industrie, à agroindústria et à irrigation. À l'intérieur de PLIRHINE a existé le Programme de Fortification de l'Infrastructure Hydrique nord-est laquelle il a programmée en 1994 plus 71 nouveaux barrages à être construit dans les 4 unités : Ceará 50, R.G. Le nord 3, ParaÃba 7 et Pernambuco 11, en ajoutant plus 12 milliards de m ³ le ce déjà existant. Dans cette année de 94ème DNOCS déjà il avait construit à 296 barrages en accumulant 17 milliards de m ³ d'eau et plus 622 barrages dans régime de coopération, en accumulant plus 2 milliards de m ³, en totalisant déjà 19 milliards de m ³, volume bien au-delá des réelles nécessités du Semi-Ãrido brésilien.
Dans l'année de 2001, une consultation à BIRD feita par le Ministère de l'Intégration Nationale sur prêt pour la Transposition, reçoit une réponse négative, en conseillant cette banque qui se faisait premier o exploitation des eaux déjà existantes dans le Semi-Ãrido. Un gâteau de palmatória. Pour cette raison cette mega oeuvre ne possède pas de ressources externes.
À partir de 2004 c'est l'histoire que nous connaissons. Il a y eu beaucoup de divergence de projet combien aux volumes il transportera. De 300m ³ ils /s ont changé pour 260, 145 127, 64, 26, et par ils là vont. Une totale incertitude ils dont prétendent, un manque d'analyse approfondie. Le plus récent est transporter 64m ³/mais la structure conçue et projetée est pour 127m ³ /s, c'est-à -dire 2.1 milliards de m ³ /ano. Il a valu rappeler que dans un seulement nuit pluvieuse, avec précipitation de 70 mm dans un tiers du Semi-Ãrido (300.000 km ²) abattent sur cette surface exactement 2.1 milliards de m ³ d'eau, le volume qui veulent prendre avec de telle façon travail et dépenses. Ceci est réalité, n'est pas sophisme. Dans mon livre, récemment publié la POTENTIALITÉ de la SEMI-ÃRIDO BRÉSILIENNE, nous détaillons les chemins des eaux qui iront être transportées par les canaux. Iran être versées dans 8 barrages lesquels déjà retiennent 13 milliards de m ³ d'eau nous leurs gonflements. Le total, néanmoins, que le Semi-Ãrido déjà s'accumule est de 37 milliards de m ³ d'eau, que, selon le Gouvernement, n'ont pas décidé le problème hydrique de la région. Maintenant, néanmoins, il va être décidé avec 2.1 milliards. Ils aient la Saint patience ! Ceci est un confronte les techniciens du Pays, un totaux manques de respect aux ingénieurs du Brésil. Jusqu'au lai, jusqu'à l'analphabète il ne comprend pas parce que 2.10 milliards de m ³ vont fournir 12 millions d'habitants et les 37 milliards ne fournissent pas. Ridicule.
Il se parle dans la synergie, une addition de forces simultanément pour optimiser des exploitations, dans le cas les ressources hydriques concernées. Ceci veut dire que toute l'eau des barrages peut être consommée parce qu'il vient plus. Ocorre que o acréscimo vindo da Transposição não cobre nem a evaporação dos açudes em questão. Para se ter uma idéia , se os 2,10 bilhões fossem totalmente direcionados só para o Castanhão, apenas compensaria a evaporação deste mega açude que é, igualmente, de 2,10 bilhões de m³/ano. Nada mais, esta é a Transposição.
Não fizemos nenhuma abordagem sobre as águas subterrâneas do Semi-Ãrido que ocupam um grande maciço sedimentar de 30% da sua superfÃcie. São 135 bilhões de m³ de água armazenados no seio da terra e, ainda, quase nada explorados. Haja água!
OBRAS INCONCLUSAS
Uma nova mega-obra, a Transposição, se desenha nos céus do Nordeste brasileiro. É oportuno fazer um retrospecto das inúmeras outras obras que foram iniciadas para benefÃcio desta grande região e, logo após, simplesmente, abandonadas, inconclusas e sem ter culpados. São geralmente abandonadas pelos desÃgnios de Deus e nunca pela culpa dos governantes. Não há culpados a responder e assim vai o nosso Semi-Ãrido, na sua imensa grandeza, sendo visto pelo Governo apenas como um incômodo á sua administração. A arrancada inicial é sempre explosiva e hiperbólica, um grande banho de esperanças mil sobre os sertanejos desiludidos. Nós, matutos, já vemos tudo com natural desconfiança. Em seguida, logo mais, os recursos orçamentários são contingenciados, as obras interrompidas e o Governo bate em retirada sem nenhuma cerimônia Novas prioridades surgem, aqueloutras são esquecidas. Não precisamos chegar ás gerações futuras para vê-las abandonadas, a coisa é rápida e tudo ocorre dentro da nossa própria geração. Os fracassos são crônicos, sucessivos e acumulativos.
Para se ter uma real dimensão deste descalabro administrativo vamos aos fatos, que escandalizariam a qualquer governante de um paÃs europeu.
Relacionamos abaixo 21 obras inconclusas e abandonadas no Nordeste, mas o número é bem superior, vejamos.
Estado do PiauÃ
Tabuleiros Litorâneos - Projeto de Irrigação de 7.244 há. Teve inicio em 1987
Platô de Guadalupe - Projeto de Irrigação de 13817 há
Vale do Gurguéia - Projeto de Irrigação de 12.000 há
Açude Petrônio Portela-Adutora do Garrincha (Abastecimento)
Açude do Genipapo - Adutoras (Abastecimento)
Adutora do Estreito
Adutora do Sudeste-1999
Barragem do Rangel-1998
Barragem dos Piaus-2002
Barragem do Castelo-1988
Adutora do Algodão
Estado do Ceará
Baixo Acaraú -Projeto de Irrigação-5.950 há
Tabuleiro de Russas-2ª etapa-Projeto de Irrigação 10.666 há
Araras Norte-2ª etapa Projeto de Irrigação 1649 há
Jaguaribe-ApodÃ-2ª etapa Projeto de Irrigação 2.500 há
Barragem do Cedro - Projeto de Irrigação 2350 há (Ano 1906)
Barragem do Castanhão -Projeto de Irrigação 43.000 há-Abastecer Fortaleza e mais 10 cidades.-Geração de energia- 3.800 T/ano de pescado.
Barragem Paulo Pessoa Projeto de Irrigação- 3.500 há (1991)
Barragem do Taquara
Barragem do Granja-45 anos-Iniciado em 1962
Barragem Trussu- Iguatu
Barragem Aurora-Rio Salgado
Estado de Pernambuco
Barragem Serra Talhada- Projeto de Irrigação -5.000 há
Adutora do Oeste-Abastecimento de 43 localidades-230.000 hab-.721 km partindo do rio São Francisco.
Adutora Jucazinho - Abastecimento de Caruaru e mais 18 cidades-700.000 hab.Parte do açude Antonio Gouveia
Adutora do Agreste
Projeto Itaparica -Irrigação -20.000 há- Reassentamento 30.000 hab.margem do rio-20 anos
Orocó- Canal de Irrigação e Abastecimento
Barragem Umburanas em Boa Vista-(amontoado de concreto)
Açude do Rosário- Mun. de Iguaraci -Irrigação
Moxotó -PerÃmetro Irrigado- Açude Poço da Cruz -Ibimirim -Salinizado (1976)
Custódia- Antigos canais de Irrigação
Adutora do Pajeú -(com tomada em Itaparica)
Pontal-Projeto de Irrigação 10.000 há em Petrolina
ESTADO DA PARAÃBA
Canal da Redenção-37 km -Projeto de Irrigação Várzea do Sousa- 5.000 ha- Iniciado em 1998 a partir de Coremas.Forte questão polÃtica
Projeto de Irrigação São Gonçalo de 3.000 há só implantou 1.500 há
CONCLUSÃO
Este é o quadro geral das obras abandonadas e inconclusas no Nordeste brasileiro, uma vergonha e uma afronta á sociedade nordestina que grita por obras estruturais para o seu desenvolvimento pleno. Se os projetos de irrigação estivessem concluÃdos terÃamos mais 300.000 hectares irrigados gerando quase dois milhões de empregos e produzindo cerca de 15 milhões de toneladas de produtos agrÃcolas por ano, uma grande riqueza para a nossa região. Além do mais estes 300.000 hectares são uma geratriz de grande efeito multiplicador. Surgem cidades, vilas, escolas profissionalizantes, universidades, hotéis, indústrias, comércio especializado, supermercados e tudo mais que exige uma nucleação popular.
A indústria das secas é um fato inerente á vida polÃtica da região nordestina tendo como carro chefe o pipa a desfilar pelos nossos sertões sequiosos, onde o chefe polÃtico exerce o seu poder sobre a água. Esta indústria vem num crescendo constante com obras de todos os tamanhos, açudes, canais, adutoras, irrigação, obras inconclusas.
Agora é a vez da Transposição, obra inócua e desprovida de significado, pois que o Nordeste setentrional, penhoradamente, agradece e dispensa as águas do rio São Francisco, por total e absoluta falta de necessidade, uma vez que já acumula, somente nos 8 grandes açudes, 13 bilhões de metros cúbicos de água, (5 vezes e meia a baia da Guanabara), exatamente os 8 açudes plurianuais que irão receber os magros 2 bilhões/m³ anuais (127m³/s) aduzidos do canal da Transposição. A evaporação anual dos 13 bilhões é da ordem de 4 bilhões, o dobro da água que vai chegar do rio. Uma irrisão.
Mais ainda, os 3 estados mais ávidos por mais água, ParaÃba, Rio Grande do Norte e Ceará já acumulam nos seus imensos reservatórios 26 bilhões de metros cúbicos, 70%das águas reservadas no Semi-Ãrido brasileiro, 11 vezes as águas da baia da Guanabara. Pela vulnerabilidade deste grande Projeto, numa análise cartesiana, somos levados a pensar que ele não resistirá a uma travessia administrativa e pode morrer na praia.
Até mesmo o Coordenador Geral da Transposição, Rômulo Macedo, ilustre e ilustrado engenheiro, receia que, faltando continuidade administrativa como soe acontecer, esta obra se transforme numa Transamazônica (ISTO È nº 1964), que, como todos sabem, é uma vergonha nacional.
Os dados apresentados aqui são reais, são verdadeiras e nem podiam deixar de ser. Os técnicos sabem e conhecem, mas são áulicos do Governo. O então governador do Rio de Janeiro, Carlos Lacerda já dizia: "O técnico é um profissional fundamental para o desenvolvimento de um paÃs, mas se torna de alta periculosidade quando está a serviço do Governo, porque deixa de defender soluções para aplaudir posições".
Ainda é tempo para reflexões, afim de que esta obra, em breve, não venha a ser o grande Complexo Industrial das Secas e se transforme no grande elefante do reino de Sião, ou seja o maior elefante branco da América do Sul
Artigo publicado no CADERNO CEAS 227, Especial Rio São Francisco, Dezembro 2007
Transposición del rÃo San Francisco
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SÃNTESIS CARTESIANO de Manoel
Bomfim Ribeiro del ANÃLISIS
de TRANSPOSIÇÃO-UMA:
Este trabajo demuestra el cuadro verdadero de la transposición, como ocurrió todo puesto que el principio y las razones subterráneas que conducen a la ejecución de esta mega-ejecución que, en nada, decidirá al hÃdrico de los problemas de Mitad-Estéril brasileño. Possesss de esta región ya que una gran fuente de agua construyó para la tenacidad del hombre nordestal. Solamente una gran e de gran alcance es un gran cubo de 37 kilómetros de cúbico del agua almacenada en los millares de extensión de los depósitos para todos los cuadrantes de media red de expositories para llevar esta agua todo el lugar de los hiddings de esta gran región. Esta red comenzó ya, careciendo tan solamente a las dotaciones y a los recursos para el aceleramento de los workmanships. El independem de estos expositories del canal de la transposición porque las aguas se acumulan ya en sus depósitos
era en el año de 1820 que D. João VI, recibiendo la información histórica de las sequÃas de los arrasadoras del siglo XVIII, más necesariamente de la gran sequÃa de 1777/1779, imaginaba soluciones para aclarar encima del sufrimiento del brasilen@o de las poblaciones al noreste. Los rÃos y las corrientes intermitentes, Jaguaribe, pirañas, Açu, PotÃ, Pirangà Acaraú, Curu, los barriles de Vasa, la nave, tanto y tantos otros eran assoberbavam con lluvias de los hibernais, indômitos abrumadores y, el verter, el total, sus aguas en el Atlántico y que no acumulaban ninguna reserva para los meses subsecuentes. Atenuar las jefaturas de las poblaciones que aumentaron a cada año, uno llegó a ser necesario que estos rÃos eran perenizados. Era fácil que D.João VI se imagine, con los pocos datos de eso que hizo uso, a perenizar él con aguas del fabuloso San Francisco, de un rÃo inmenso, sin ninguna explotación, de la navegación incipiente y de Mitad-Estéril apropiado ya que coleteaba. Fácil construir un canal para la gravedad, sin el pensamiento de la topografÃa y de las diferencias de contingentes, un huevo verdadero de Columbus. El gobierno imperial no habló en presas, ni los pozos tubulares, cosas allà del mundo del este. Alguns fazendeiros, entretanto, premidos pelas necessidades, foram tentando juntar água, construindo barreiros e açudes aleatoriamente na base da pura imaginação e de acordo com as condições locais, sem nenhum plano executivo, mas os seus efeitos foram tão prodigiosos para as populações circundantes que estes foram se multiplicando e, ao alvorecer do século XX, houve uma verdadeira correria da sociedade sertaneja para construir açudes nas suas propriedades. Los grandes granjeros, representantes del feudalismo agrÃcola, con la mano de la ejecución fácil y disponible, habÃan comenzado a utilizar a la ventaja el rendilhado uno de las corrientes intermitentes todas, tan campo común en la relevación nordestal. Eligieron, para la intuición, los ombreiras unos más usted propitiate para la construcción del artesano de los depósitos y llevaron los materiales para barrar el boleto de la corriente, usándose de 2, 3 o 4 cueros crudos de buey, enmendados a los otros y arrastrados para junto, también, del buey, gradual, fueron a levantar el paramento de la presa con buena anchura, generalmente estupendo-dimensionada. La región de ganados, con el cuero se convirtió en toda, de puertas, ventanas, sillas, taburetes, camas, el etc, era la civilización del cuero, de ése en él dice a Capistrano de a ellas a Abreu. Los creador pequeños buscados para imitar, en sus granjas y fazendolas pequeños, las presas que vieron en las grandes caracterÃsticas. ConstruÃam mires, acuoso, algibes, todo sin ningún planeamiento, pero eso ensambló el agua. También habÃan aprendido que el sol era una gran bomba de la succión, secando los acuosos con mucha rapidez. La habilidad era a más fregadero el lavabo del mire, es decir, dar a más profundidad la ejecución, una manera del intuitiva de ahorrar una poco de agua en el efecto dañoso de la evaporación.
PRESAS SUS FUNCIONES
cuando la sociedad del ruralista si está convencido la importancia de la presa como gran solución, siendo atrasado el viaje de las aguas para el mar, sintiendo su efecto beneficioso en sus caracterÃsticas, ahorrando los ganados aunque los grandes estiagens y cada granjero que atendÃan a las ventajas en su vecino, tenÃan un nucleation verdadero en la construcción de estos depósitos. Un gran envolvement apareció en los sectores diversos de la sociedad, en el funcionario, pasillos de ciudad, gobiernos del estado, gobierno federal, agencias particulares, todos. La piscina era construir las presas. Las firmas tenÃan contratistas aparecidos y en él que comienzo el trabajo era manual, en el ensanchador, en bangüê, las tropas de jumentos equipadas de los caixotes llevar el material a la construcción de los paramentos. La condensación de el masivo fue hecha con los pies del animal apropiado. Trabajo arduo, retrasado pero constante. Más adelante y los contratistas tenÃan gradual sido si mecanizaron con los carros y los tractores de láminas. Más adelante el movimiento-screpers, los motoniveladoras, la touna-piscina, el pie de ovejas, el etc. mecanizado total, firmas habÃan aparecido ya. Las presas fueron el aparecer de la noche para el dÃa, las técnicas constructivas mejoradas a cada nueva ejecución. Los equipos del técnico buscaron el Hinterland que buscaba los lavabos, los sazonais y el intermitente pequeños de los hidrográficas las corrientes, determinando propicio local y con los buenos ombreiras para la construcción de la presa. Él no estaba de la gente el bueno que no tenÃa una buena presa. Guerra de Theófilo, experto profundo de Mitad-Estéril, dicho: “En el valle de Hinterland más para dejar a la familia una buena presa qué de un palacio rico y hermoso”. Las presas habÃan aparecido de la cooperación que ésa consistió en una participación entre el gobierno y el propietario de la tierra. Era una gran ayuda al granjero que reducÃa al mÃnimo, perceptiblemente, el efecto terrible de las sequÃas. E los depósitos si estuvo tenido multiplicado y Mitad-Estéril era punteado de regiones polares de los hÃdricos pequeños, medios y grandes.
A sociedade sertaneja acreditou, convictamente, no açude e pressionou, com o exemplo no campo, o que o Governo devia fazer. Cada presa construida era un benesse, era una salvación. En ese siglo donde la vegetación nativa todavÃa dominó los campos, los ganados fueron criados en desatado y una buena presa era una gran protección para la vida en la granja. Los polÃticos, representantes naturales de la sociedad, alternadamente, exigieron las acciones prácticas del gobierno para la construcción de depósitos.
La determinación del gobierno imperial habÃan solicitado los ingenieros del corte, habÃan venido otros de Portugal y el técnico de los exámenes habÃa comenzado a ser elaborado con estudios topográficos, proyectos en tablas planas, aprestos del volumen y cálculos de la estabilidad. La tecnologÃa en la construcción de la presa si está mejorada, los cálculos de los Ãndices de la evaporación, centenares de lluvia instalada calibra la determinación de los niveles de la precipitación, de los estudios de la geologÃa para la elección de los materiales más arcillosos para el uso en las paredes de los workmanships, de los estudios de la infiltración y de la retención de aguas en la tierra, “funcionar-de”, es decir, del Ãndice del drenaje de aguas de la superficie en los talvegues de las corrientes.
Dejamos la civilización del cuero y entramos en la civilización de la presa.
En febrero de 1878 una Comisión creada para el gobierno viajó para algunos estados nordestales, principalmente para el estado del Ceará y elaboró una recomendación minuciosa del informe:
a) La construcción de ferrocarriles, la única una mitad de transporte terrestre del tiempo. No fue dicho en carreteras, no existió.
b) La construcción de 30 presas, teniendo cada uno la capacidad de acumular millón de metros cúbicos de agua.
c) La instalación de las estaciones meteorológicas
d) la construcción de un canal para atar al rÃo San Francisco al PERÃODO de Jaguaribe
del rÃo de las GRANDES PRESAS
al técnico, la medida que habÃa dominado los procedimientos constructivos, habÃa creado una emulación verdadera para la ejecución de la presa grande, buscando para competir con los greaters del mundo. En 1936 fue construido las presas de Coremas, después más la madre del agua, en el estado del ParaÃba, ligado entre sà mismo para un túnel de 15 kilómetros, totalizando 1.4 mil millones de metros cúbicos de agua. El Coremas con 720 millones de ³ de m se convirtió en solamente la presa más grande del continente del americano del sur.
En el año de 1960 era la época del Orós en el Ceará, interceptando el rÃo Jaguaribe, en el gobierno JK, consideraba el rÃo seco más grande del mundo. Esta presa acumula 2.5 mil millones metros cúbicos, pero con la válvula dispersiva puede acumular 4 mil millones. Una presa más grande del mundo.
En el año de 1983, el ministro Mário Andreazza, el padre de los grandes workmanships, construido, en el Açu, gran rÃo del norte, la presa inglesa. Armando Ribeiro Gonçalves, con capacidad de 2.4 mil millones ³ de m, presa más grande que se convierte 2º del mundo.
En 2003 fue concluido e inauguró la presa de Castanhão en el rÃo Jaguaribe, inaugurado para el presidente Lula y, apagado, la presa más grande del mundo, casi acumulando 6.7 mil millones ³ de m, equivalente del volumen la bahÃa de 3 veces del Guanabara y los 44 por el Paranoá, el gran lago de Brasilia que aclara encima de la humedad atmosférica del capital de la república. El Castanhão, orgullo de la ingenierÃa hidráulica nacional, se puede ver de la luna y si un dÃa sus aguas a través de sistemas eran expositories distribuidos. la población del estado del Ceará llevarÃa cuidado de todos. La salida total del valle está de ³ /s de los 43,5m. (100% de la garantÃa) en un méga del agua y la distribución hipotética, el Castanhão tomarÃa el cuidado de la población de los 3 indica que grito hacia fuera para la transposición, Ceará, gran rÃo de Norte y de ParaÃba y todavÃa sobraria mucha agua. Los canales tendrÃan un pozo poco kilometrage que de la transposición.
E foi assim, nesta grande corrida construtiva, que chegamos, ao final do século XX, com o fantástico número de 70.000 açudes(LARAQUE 1989) espacialmente espalhados por todos os quadrantes do Semi-Ãrido brasileiro. De esto, los cerca de 60% que son anuales, ellos no apoyan dos años sin lluvias nuevas, no pueden structuralize una caracterÃstica. Son workmanships pequeños construidos en el brazo. El cerca de 20% son plurianuais, apoyando las sequÃas y no la bonanza normales ellas. Permanece el 20%, alrededor 14 que las 15.000 presas son Inter-anuales apoyando los grandes pasos del verano, nunca no se seca, aunque las grandes sequÃas que ocurren a cada 26anos (sinusoide de Fourier). Son las grandes presas, con el técnico riguroso de la mejora y acumular el cerca de 80% de aguas existentes en Mitad-Estéril, algo alrededor 30 mil millones ³ de m. Algunos, con hidrelétricas montados y muchos otros con proyectos de la irrigación. En la mayorÃa que son marcha lenta, grandes espejos evaporativos, los “cementerios verdaderos del agua” de eso en el ministro anterior de MaÃlson del N3obrega le habla al economista del paraibano y, poco usado a la ventaja, sufre el efecto drástico de la evaporación, pero, recuperan anualmente total o parcialmente.
La TRANSPOSICIÓN
la idea, sin embargo, de tomar las aguas del San Francisco para el noreste fue implantada ya en la cabeza de los hombres. Nada mejor qué que ve todos los rÃos de los perenizados. Los polÃticos, en su gran mayorÃa deseada, lucharon y lucha para la transposición tomada más para el deseo simple, pero casi siempre sin ningún técnico del sótano.
D. João VI tenÃa la idea inocente de tomar el agua para la gravedad.
En 1847 el corte imperial era la época del Intendant del Crato de tomar el problema. La construcción de la presa comenzaba. En 1830 la regencia de Trina authorizeed y construyó la vieja presa, ejecución excelente, en el corazón de Campina Grande. Hasta la´ de hoy está dando a sus servicios a comunidad.
En 1856 el gobierno authorizeed los primeros estudios de la transposición. En 1906 la presa del cedro en el rÃo Sitiá fue concluida, tributario del Banabuiu del sistema Jaguaribe, acumulando 120.000.000 de ³ de m del agua. En la gran sequÃa de 1915 esta presa ahorró mil de vida que ofrecÃa a los flagellates cerca de 270 toneladas de pescados. Todo esta muestra la importancia de presas.
En el año de 1912 el IFOCS hizo los estudios preliminares de la transposición, pero en 1913 ingleses. Lisboa en negrilla hace una conferencia en el club de la ingenierÃa de RÃo De Janeiro si pone en frente la ejecución. Era cuando la construcción de la presa ganó más el cuerpo. Em 1934 o IFOCS já tinha construÃdo 114 grandes açudes acumulando mais de 1 bilhão de m³. Se observa que en 1878 el gobierno imperial authorizeed la construcción de 30 presas con la capacidad de solamente 1 millón por cada uno, totalizando 30 millones acumuladas. Estábamos ya bien en el frente.
En 1981, el ministro de Andreazza deseó hacer la transposición, siendo llegado para instalar a seedbed de workmanships en las ráfagas, Petrolina-PIE. Sabido para que el audacity ejecute grandes workmanships como el puente del rÃo (genio, concreto civiles) y el Transamazônica (ingenierÃa del camino), harÃa la transposición (ingenierÃa hidráulica) en que perÃodo del discretional, sin un grito de la protesta. Careció recursos, era la posibilidad perdida de la transposición. Transposición ahora nunca más. Exactamente en el año de 1981 el DNOCS habÃa construido ya a 263 workmanships del açudagem que acumulaban 12 mil millones ³ de m, todo proyectó bien unos y con Ãndice levantado de la seguridad.
En 1994, el ministerio de la integración regional (ministro Alves de AloÃsio) hizo un tirón repentino que deseaba conducir, lo que el coste, ³ /s de los 300m del rÃo San Francisco para el noreste norteño. SerÃa un otro rÃo extensamente navegable, pozo más que Tâmisa en descarga, el rÃo más grande de Inglaterra. Tamisa tiene 346 longitudes kilómetro. El canal del AloÃsio tendrÃa 1000 kilómetros, 3 veces casi más extensas. Fue perdido para su hiperbolismo. En este año de 94 la secretarÃa de la presidencia de la república authorizeed exactamente al Sudene para evaluar la necesidad de Reals de los recursos de los hÃdricos para el noreste. En esta evaluación, el PLIRHINE (plan de la explotación integrada del noreste los recursos de HÃdricos) concluyó que necesidad Mitad-Estéril de la voluntad, en 2020, de una consumición del agua de 8 mil millones ³ de /ano m de llevar cuidado de todas sus aplicaciones múltiples, proveer humano, dessedentação animal, industria, agroindústria e irrigación. Dentro del PLIRHINE el programa de Fortalecimento del noreste la infraestructura de HÃdrica existió que programó más en 1994 71 presas nuevas para ser construido en las 4 unidades: Ceará 50, R.G. 3, 7 ParaÃba y Pernambuco del norte 11, agregando 12 mil millones m más ³ ya el existir. En este año de 94 el DNOCS habÃa construido ya a 296 presas que acumulaban 17 mil millones ³ de m del agua y más 622 presas en el régimen de la cooperación, acumulando más 2 mil millones ³ de m, totalizando ya 19 mil millones ³ de m, volumen muy más allá de las necesidades verdaderas de Mitad-Estéril brasileño.
En el año de 2001, una consulta al PÃJARO hecho para el ministerio de la integración nacional en el préstamo para la transposición, recibió una negativa de la contestación, aconsejando ese banco que si estuvo hecha primero la explotación de aguas existentes ya en Mitad-Estéril. Una torta del palmatória. Por esta razón esta ejecución mega no posee recursos externos.
A partir de 2004 es la historia que sabemos. TenÃa mucha discrepancia del proyecto cuánto a los volúmenes a llevar. De 300m³/s mudaram para 260, 145 127, 64, 26, e por aà vão. Una incertidumbre total de lo que él piensa, una carencia del análisis profundizado. El más reciente es llevar el ³ /but de los 64m haber concebido y la estructura proyectada está para el ³ /s, de que del 127m es 2.1 mil millones ³ de /ano m. Valle para recordar solamente eso en una noche lluviosa, con la precipitación de 70 milÃmetros en un terço (300.000 kilómetros de ²) de las caÃdas Mitad-Estériles abajo en esta superficie exactamente 2.1 mil millones ³ de m de agua, el volumen que desean tomar con el trabajo y los gastos de tal manera. Ésa es realidad, no es sophism. En mi libro, recientemente publicado la POTENCIALIDAD del SEMI-ÃRIDO BRASILEÑO, detallamos las maneras de las aguas que irán a ser llevadas por los canales. Irán a ser vertidos adentro 8 presas que ya 13 mil millones m retienen el ³ del agua en sus bombeos. El total, sin embargo, que Mitad-Estéril acumula ya está de 37 mil millones ³ de m de agua, de que, según el gobierno, no habÃa decidido al problema del hÃdrico de la región. Ahora, sin embargo, va a ser decidido con 2.1 mil millones. ¡Tienen la paciencia de santo! Ése es uno enfrenta a técnico del paÃs, una carencia total del respecto a los ingenieros del Brasil. Hasta el layperson, hasta que el illiterate que no entiende porque 2.10 mil millones ³ de m van a proveer 12 millones de habitantes y los 37 mil millones no proveen. Irrisión.
Se dice en el sinergia, una adición de fuerzas competentes para optimizar exploitations, en el caso los recursos de los hÃdricos en la pregunta. Esto desea decir que toda la agua de presas pueda ser consumida porque viene más. Ocorre que o acréscimo vindo da Transposição não cobre nem a evaporação dos açudes em questão. Para se ter uma idéia , se os 2,10 bilhões fossem totalmente direcionados só para o Castanhão, apenas compensaria a evaporação deste mega açude que é, igualmente, de 2,10 bilhões de m³/ano. Nada mais, esta é a Transposição.
Não fizemos nenhuma abordagem sobre as águas subterrâneas do Semi-Ãrido que ocupam um grande maciço sedimentar de 30% da sua superfÃcie. São 135 bilhões de m³ de água armazenados no seio da terra e, ainda, quase nada explorados. Haja água!
OBRAS INCONCLUSAS
Uma nova mega-obra, a Transposição, se desenha nos céus do Nordeste brasileiro. É oportuno fazer um retrospecto das inúmeras outras obras que foram iniciadas para benefÃcio desta grande região e, logo após, simplesmente, abandonadas, inconclusas e sem ter culpados. São geralmente abandonadas pelos desÃgnios de Deus e nunca pela culpa dos governantes. Não há culpados a responder e assim vai o nosso Semi-Ãrido, na sua imensa grandeza, sendo visto pelo Governo apenas como um incômodo á sua administração. A arrancada inicial é sempre explosiva e hiperbólica, um grande banho de esperanças mil sobre os sertanejos desiludidos. Nós, matutos, já vemos tudo com natural desconfiança. Em seguida, logo mais, os recursos orçamentários são contingenciados, as obras interrompidas e o Governo bate em retirada sem nenhuma cerimônia Novas prioridades surgem, aqueloutras são esquecidas. Não precisamos chegar ás gerações futuras para vê-las abandonadas, a coisa é rápida e tudo ocorre dentro da nossa própria geração. Os fracassos são crônicos, sucessivos e acumulativos.
Para se ter uma real dimensão deste descalabro administrativo vamos aos fatos, que escandalizariam a qualquer governante de um paÃs europeu.
Relacionamos abaixo 21 obras inconclusas e abandonadas no Nordeste, mas o número é bem superior, vejamos.
Estado do PiauÃ
Tabuleiros Litorâneos - Projeto de Irrigação de 7.244 há. Teve inicio em 1987
Platô de Guadalupe - Projeto de Irrigação de 13817 há
Vale do Gurguéia - Projeto de Irrigação de 12.000 há
Açude Petrônio Portela-Adutora do Garrincha (Abastecimento)
Açude do Genipapo - Adutoras (Abastecimento)
Adutora do Estreito
Adutora do Sudeste-1999
Barragem do Rangel-1998
Barragem dos Piaus-2002
Barragem do Castelo-1988
Adutora do Algodão
Estado do Ceará
Baixo Acaraú -Projeto de Irrigação-5.950 há
Tabuleiro de Russas-2ª etapa-Projeto de Irrigação 10.666 há
Araras Norte-2ª etapa Projeto de Irrigação 1649 há
Jaguaribe-ApodÃ-2ª etapa Projeto de Irrigação 2.500 há
Barragem do Cedro - Projeto de Irrigação 2350 há (Ano 1906)
Barragem do Castanhão -Projeto de Irrigação 43.000 há-Abastecer Fortaleza e mais 10 cidades.-Geração de energia- 3.800 T/ano de pescado.
Barragem Paulo Pessoa Projeto de Irrigação- 3.500 há (1991)
Barragem do Taquara
Barragem do Granja-45 anos-Iniciado em 1962
Barragem Trussu- Iguatu
Barragem Aurora-Rio Salgado
Estado de Pernambuco
Barragem Serra Talhada- Projeto de Irrigação -5.000 há
Adutora do Oeste-Abastecimento de 43 localidades-230.000 hab-.721 km partindo do rio São Francisco.
Adutora Jucazinho - Abastecimento de Caruaru e mais 18 cidades-700.000 hab.Parte do açude Antonio Gouveia
Adutora do Agreste
Projeto Itaparica -Irrigação -20.000 há- Reassentamento 30.000 hab.margem do rio-20 anos
Orocó- Canal de Irrigação e Abastecimento
Barragem Umburanas em Boa Vista-(amontoado de concreto)
Açude do Rosário- Mun. de Iguaraci -Irrigação
Moxotó -PerÃmetro Irrigado- Açude Poço da Cruz -Ibimirim -Salinizado (1976)
Custódia- Antigos canais de Irrigação
Adutora do Pajeú -(com tomada em Itaparica)
Pontal-Projeto de Irrigação 10.000 há em Petrolina
ESTADO DA PARAÃBA
Canal da Redenção-37 km -Projeto de Irrigação Várzea do Sousa- 5.000 ha- Iniciado em 1998 a partir de Coremas.Forte questão polÃtica
Projeto de Irrigação São Gonçalo de 3.000 há só implantou 1.500 há
CONCLUSÃO
Este é o quadro geral das obras abandonadas e inconclusas no Nordeste brasileiro, uma vergonha e uma afronta á sociedade nordestina que grita por obras estruturais para o seu desenvolvimento pleno. Se os projetos de irrigação estivessem concluÃdos terÃamos mais 300.000 hectares irrigados gerando quase dois milhões de empregos e produzindo cerca de 15 milhões de toneladas de produtos agrÃcolas por ano, uma grande riqueza para a nossa região. Além do mais estes 300.000 hectares são uma geratriz de grande efeito multiplicador. Surgem cidades, vilas, escolas profissionalizantes, universidades, hotéis, indústrias, comércio especializado, supermercados e tudo mais que exige uma nucleação popular.
A indústria das secas é um fato inerente á vida polÃtica da região nordestina tendo como carro chefe o pipa a desfilar pelos nossos sertões sequiosos, onde o chefe polÃtico exerce o seu poder sobre a água. Esta indústria vem num crescendo constante com obras de todos os tamanhos, açudes, canais, adutoras, irrigação, obras inconclusas.
Agora é a vez da Transposição, obra inócua e desprovida de significado, pois que o Nordeste setentrional, penhoradamente, agradece e dispensa as águas do rio São Francisco, por total e absoluta falta de necessidade, uma vez que já acumula, somente nos 8 grandes açudes, 13 bilhões de metros cúbicos de água, (5 vezes e meia a baia da Guanabara), exatamente os 8 açudes plurianuais que irão receber os magros 2 bilhões/m³ anuais (127m³/s) aduzidos do canal da Transposição. A evaporação anual dos 13 bilhões é da ordem de 4 bilhões, o dobro da água que vai chegar do rio. Uma irrisão.
Mais ainda, os 3 estados mais ávidos por mais água, ParaÃba, Rio Grande do Norte e Ceará já acumulam nos seus imensos reservatórios 26 bilhões de metros cúbicos, 70%das águas reservadas no Semi-Ãrido brasileiro, 11 vezes as águas da baia da Guanabara. Pela vulnerabilidade deste grande Projeto, numa análise cartesiana, somos levados a pensar que ele não resistirá a uma travessia administrativa e pode morrer na praia.
Até mesmo o Coordenador Geral da Transposição, Rômulo Macedo, ilustre e ilustrado engenheiro, receia que, faltando continuidade administrativa como soe acontecer, esta obra se transforme numa Transamazônica (ISTO È nº 1964), que, como todos sabem, é uma vergonha nacional.
Os dados apresentados aqui são reais, são verdadeiras e nem podiam deixar de ser. Os técnicos sabem e conhecem, mas são áulicos do Governo. O então governador do Rio de Janeiro, Carlos Lacerda já dizia: "O técnico é um profissional fundamental para o desenvolvimento de um paÃs, mas se torna de alta periculosidade quando está a serviço do Governo, porque deixa de defender soluções para aplaudir posições".
Ainda é tempo para reflexões, afim de que esta obra, em breve, não venha a ser o grande Complexo Industrial das Secas e se transforme no grande elefante do reino de Sião, ou seja o maior elefante branco da América do Sul
Artigo publicado no CADERNO CEAS 227, Especial Rio São Francisco, Dezembro 2007
Trasposizione del fiume San Francisco
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SINTESI CARTESIANA del Manoel
Bomfim Ribeiro di ANALISI
di TRANSPOSIÇÃO-UMA:
Questo lavoro mostra l'immagine reale della trasposizione, come tutto ha accaduto poiché l'inizio e le ragioni sotterranee per cui conduce all'esecuzione di questa mega-esecuzione che, in niente, deciderà il hÃdrico di problemi di Metà -Sterile brasiliano. Possesss che di questa regione già una fonte d'acqua grande ha costruito per la tenacia dell'uomo di nordest. Soltanto una e potente grande è un cubo grande cubico di 37 chilometri di acqua immagazzinata nelle migliaia della diffusione dei serbatoi per tutti i quadranti di rete mezza dei expositories per prendere questa acqua a tutto il posto di hiddings di questa regione grande. Questa rete già ha cominciato, difettando così soltanto alle dotazioni ed alle risorse per il aceleramento dei workmanships. Independem di questi expositories del canale della trasposizione perché le acque già sono accumulate nei relativi serbatoi
era durante l'anno di 1820 che D. João VI, recebendo informações históricas das secas arrasadoras do século XVIII, mais precisamente da grande seca de 1777/1779, imaginou soluções para amenizar o sofrimento das populações do Nordeste brasileiro. I fiumi ed i flussi intermittenti, Jaguaribe, Piranhas, Açu, PotÃ, Pirangà Acaraú, Curu, i barilotti di Vasa, la nave, tanto e tanti altri erano assoberbavam con le pioggie di hibernais, indômitos opprimenti e, versarsi, totale, le relative acque nell'Atlantico e non accumulanti riserva per i mesi successivi. Per attenuare le sedi delle popolazioni che sono aumentato ad ogni anno, uno è diventato necessario che questi fiumi fossero perenizados. Era facile per D.João VI da immaginare, con i pochi dati di quello che ha fatto l'uso, a perenizar loro con acque del fabuloso San Francisco, di un fiume immenso, senza nessuno sfruttamento, di una navigazione incipiente e di Metà -Sterile adeguato già fishtailing. Facile costruire un canale per gravità , senza pensare alla topografia ed alle differenze delle quote, un uovo allineare di Columbus. Il governo imperiale non ha parlato in dighe, né in pozzi tubolari, cose là del mondo orientale. Alcuni coltivatori, tuttavia, premidos per le necessità , stavano provando ad unire a caso l'acqua, costruire mires e dighe nella base dell'immaginazione pura ed in conformità con le circostanze locali, senza nessun programma esecutivo, ma il relativo effetto era stato così prodigious per le popolazioni circostanti che questi erano stati se moltiplicando la e, all'alba del secolo XX, hanno avuti un funzionamento allineare del sertaneja della società per costruire le dighe nelle relative proprietà . I coltivatori grandi, rappresentanti del feudalismo agricolo, con la mano dell'esecuzione facile e disponibile, avevano cominciato usare a vantaggio il rendilhado uno dei flussi intermittenti tutti, così terreno comunale nel rilievo di nordest. Hanno scelto, per l'intuizione, i ombreiras un più voi propitiate per la costruzione dell'artigianale dei serbatoi ed hanno trasportato i materiali per escludere il biglietto del flusso, usando di 2, 3 o 4 cuoi grezzi del bue, quei emendati agli altri e trascinati per insieme, anche, del bue, graduale, sono andato alzare il paramento della diga con la buona larghezza, generalmente eccellente-dimensionada. La regione dei bestiami, con il cuoio si è trasformata in tutto, dei portelli, finestre, sedie, sgabelli, basi, ecc, era la civilizzazione del cuoio, di quello in esso dice a Capistrano de a loro Abreu. I piccoli creatori cercati per imitare, nei relativi piccoli poderi e fazendolas, le dighe che hanno visto nelle proprietà grandi. ConstruÃam mires, acquoso, algibes, tutto senza nessuna progettazione, ma quello ha unito l'acqua. Inoltre avevano imparato che il sole era una bomba grande di aspirazione, asciugante quei acquosi con molta rapidità . L'abilità era a più dispersore il bacino del mire, cioè dare a più profondità l'esecuzione, un senso di intuitiva conservare una piccola di acqua sull'effetto nocivo dell'evaporazione.
DIGHE le RELATIVE FUNZIONI
quando la società di ruralista se convinto importanza della diga come soluzione grande, essendo ritardato il viaggio delle acque per il mare, ritenenti il relativo effetto benefico nelle relative proprietà , conservanti i bestiami anche se i estiagens grandi ed ogni coltivatore che assistono ai benefici nel relativo vicino, hanno avuti una nucleazione allineare nella costruzione di questi serbatoi. Un envolvement grande è comparso nei settori vari della società , nel funzionario, i corridoi di città , governi di dichiara, governo federale, le agenzie particolari, ognuno. Lo stagno era di costruire le dighe. Surgiram as firmas empreiteiras e no principio o trabalho era manual, na padiola, no bangüê, tropas de jumentos equipados com caixotes transportando materiais para a construção dos paramentos. Comprimere di quello voluminoso è stato fatto con i piedi dell'animale adeguato. Lavoro arduo, in ritardo ma costante. Più successivamente e gli appaltatori hanno avuti graduale stato se meccanizzando con i camion ed i trattori delle lamierine. Più successivamente il movimento-screpers, i motoniveladoras, lo touna-stagno, il piede delle pecore, ecc. meccanizzato totale, ditte erano comparso già . Le dighe sono andato comparire della notte per il giorno, le tecniche costruttive migliorate ad ogni nuova esecuzione. Le squadre di tecnico hanno cercato la retroterra che cerca i piccoli bacini, sazonais ed intermittente di hidrográficas i flussi, determinando propizio locale e con i buoni ombreiras la costruzione della diga. Non era della gente di merce che non ha avuta una buona diga. Guerra di Theófilo, esperto profondo di Metà -Sterile, detto: “Nella valle della retroterra più per lasciare alla famiglia una buona diga ché di palazzo ricco e bello„. Le dighe erano comparso della cooperazione che quella ha consistito di una partecipazione fra il governo ed il proprietario della terra. Era un sussidio grande al coltivatore che minimizza, significativamente, l'effetto terribile delle siccità . E i serbatoi se avuto moltiplicato e Metà -Sterile stesse punteggiando delle regioni polari di piccoli, hÃdricos medii e grandi.
Il sertaneja della società ha creduto, convictamente, nella diga e pressured, con l'esempio nel campo, che cosa il governo ha dovuto fare. Ogni diga costruita era un benesse, era una salvezza. In quel secolo dove la vegetazione natale ancora ha dominato i campi, i bestiami si sono allevati in quello sciolto e una buona diga era una protezione grande per la vita nel podere. I politici, rappresentanti naturali della società , a loro volta, hanno richiesto le azioni pratiche del governo per la costruzione dei serbatoi.
Tramite determinazione del governo imperiale gli assistenti tecnici del taglio erano stati chiesti, erano venuto altri del Portogallo ed il tecnico di indagini aveva cominciato essere elaborato con gli studi topografici, i progetti in tabelle piane, le incollature di volume ed i calcoli di stabilità . La tecnologia nella costruzione della diga se migliorata, calcoli degli indici di evaporazione, centinaia di pioggia installata misura la determinazione i livelli della precipitazione, gli studi sulla geologia per l'elezione dei materiali più argillacei per uso nelle pareti dei workmanships, gli studi su infiltrazione e su ritegno delle acque nella terra, “fa funzionare-di„, cioè dell'indice di scarico delle acque di superficie nei talvegues dei flussi.
Lasciamo la civilizzazione del cuoio ed entriamo nella civilizzazione della diga.
In febbraio di 1878 che una Commissione generata per il governo ha viaggiato per alcuno dichiara il nordest, pricipalmente per il dichiarare del Ceará ed ha elaborato suggerire minuscolo di rapporto:
a) La costruzione delle ferrovie, l'unico a metà di trasporto terrestre del tempo. Non si è detto in strade principali, non ha esistito.
b) La costruzione di 30 dighe, avendo ogni la capacità di accumulare milioni di tester cubici di acqua.
c) Instalação de estações meteorológicas
d) A construção de um canal para ligar o rio São Francisco ao rio Jaguaribe
PERÃODO DOS GRANDES AÇUDES
Os técnicos, á medida que dominaram os procedimentos construtivos, criaram uma verdadeira emulação para a execução de grandes açudes, procurando competir com os maiores de mundo. Em 1936 foi construÃdo o açudes Coremas, logo mais o Mãe d'Agua, no estado da ParaÃba, interligados entre si por um túnel de 15 km, totalizando 1,4 bilhão de metros cúbicos de água. Il Coremas con 720 milione ³ di m. si è trasformato in soltanto nella diga più grande del continente dell'americano del sud.
Durante l'anno di 1960 era il periodo del Orós nel Ceará, intercettante il fiume Jaguaribe, nel governo JK, ha considerato il fiume asciutto più grande del mondo. Questa diga accumula 2.5 miliardo tester cubici, ma con la valvola dispersiva può accumulare 4 miliardo. Diga più grande del mondo.
Durante l'anno di 1983, il ministro Mário Andreazza, il padre dei workmanships grandi, costruito, nel Açu, fiume grande del nord, la diga inglese. Armando Ribeiro Gonçalves, con una capienza di 2.4 miliardo ³ di m., diga più grande diventante 2º del mondo.
In 2003 è stato concluso ed inaugurato la diga di Castanhão nel fiume Jaguaribe, inaugurato per il presidente Lula e, spento, la diga più grande del mondo, accumulante 6.7 miliardo ³ di m., l'equivalente del volume quasi la baia di 3 volte del Guanabara e i 44 volte il Paranoá, il lago grande di Brasilia che illumina sull'umidità atmosferica del capitale della Repubblica. Il Castanhão, orgoglio di ingegneria idraulica nazionale, può essere visto della luna e se un giorno le relative acque attraverso i sistemi fossero expositories distribuiti. la popolazione del dichiarare del Ceará prenderebbe la cura di tutti. L'uscita totale della valle è del ³ /s di 43,5m. (100% della garanzia) in un méga dell'acqua e nella distribuzione ipotetica, il Castanhão prenderebbe la cura della popolazione dei 3 dichiara che grida fuori per la trasposizione, Ceará, fiume grande di Norte e di ParaÃba ed ancora sobraria molta acqua. I canali avrebbero un pozzo poco kilometrage che di trasposizione.
La E era così, in questa corsa costruttiva grande, che arriviamo, alla conclusione del secolo XX, con il numero fantastico di spazio delle 70.000 dighe (LARAQUE 1989) sparso da tutti i quadranti di Metà -Sterile brasiliano. Di questo, circa 60% che sono annuali, non sostengono due anni senza nuove pioggie, non possono structuralize una proprietà . Sono piccoli workmanships costruiti nel braccio. Circa 20% sono plurianuais, sostenendo le siccità e non la bonanza normali loro. Rimane 20%, intorno 14 che le 15.000 dighe sono Inter-annuali sostenendo i passaggi grandi di estate, mai non si asciuga, anche se le siccità grandi che si presentano ad ogni 26anos (sinusoide di Fourier). Sono le dighe grandi, con il tecnico rigoroso di miglioramento ed accumulare circa 80% delle acque attuali in Metà -Sterile, qualcosa intorno 30 miliardo ³ di m. Alcuni, con i hidrelétricas montati e molti altri con i progetti di irrigazione. Nella maggioranza che sono idle, specchi evaporativi grandi, “veri cimiteri dell'acqua„ di quella nell'ex ministro di MaÃlson del N3obrega parla loro a all'economista di paraibano e, poco usato a vantaggio, soffrono l'effetto drastico dall'evaporazione, ma, recuperano annualmente il totale o parzialmente.
La TRASPOSIZIONE
l'idea, tuttavia, prendere le acque di San Francisco per il nordest già è stata impiantata nella testa degli uomini. Niente più meglio di che cosa che vede tutti i fiumi di perenizados. I politici, nella relativa maggioranza grande voluta, hanno combattuto e lotta per la trasposizione presa quasi sempre più per il desiderio semplice, ma senza nessun tecnico dello scantinato.
D. João VI ha avuto l'idea non colpevole prendere l'acqua per gravità .
In 1847 il taglio imperiale era il momento del Intendant del Crato di prendere il problema. A construção de açudes estava começando. In 1830 il Regency di Trina authorizeed e costruito la vecchia diga, l'esecuzione eccellente, nel cuore di Campina Grande. Fino al la´ di oggi sta dando ai relativi servizi la Comunità .
In 1856 il governo authorizeed i primi studi sulla trasposizione. In 1906 la diga del cedro nel fiume Sitiá è stata conclusa, tributario del Banabuiu del sistema Jaguaribe, accumulante 120.000.000 del ³ di m. di acqua. Nella siccità grande di 1915 questa diga ha conservato mille di vita che offre ai flagellates circa 270 tonnellate di pesci. Tutto questo campione importanza delle dighe.
Durante l'anno di 1912 il IFOCS ha effettuato gli studi preliminari della trasposizione, ma nell'Ing 1913. Lisbona GRASSETTO fa una conferenza nel randello di ingegneria di Rio il De Janeiro se mettendo nella parte anteriore l'esecuzione. Era quando la costruzione della diga di più ha guadagnato il corpo. In 1934 il IFOCS già aveva costruito a 114 dighe grandi che accumulano più di 1 miliardo del ³ di m. È osservato che in 1878 il governo imperiale authorizeed la costruzione di 30 dighe con capienza di soltanto 1 milione ciascuno, sommante 30 milioni accumulate. Già eravamo bene nella parte anteriore.
In 1981, il ministro di Andreazza ha desiderato fare la trasposizione, essendo arrivando per installare la a seedbed dei workmanships in raffiche, Petrolina-PIEDE. Saputo affinchè il audacity esegua i workmanships grandi come il ponticello del fiume (ingegneria civile, concreto) e il Transamazônica (ingegneria della strada), farebbe la trasposizione (ingegneria idraulica) in quanto periodo di discretional, senza un grido di protesta. Difettava delle risorse, era la possibilità persa della trasposizione. Trasposizione ora mai più. Esattamente durante l'anno di 1981 il DNOCS già aveva costruito a 263 workmanships di açudagem che accumulano 12 miliardo ³ di m., tutti hanno proiettato bene ones e con l'indice sollevato di sicurezza.
Em 1994, o Ministério da Integração Regional (ministro AloÃsio Alves) fez um arranco querendo levar, a qualquer preço, 300m³/s do rio São Francisco para o Nordeste Setentrional. Sarebbe altro un fiume ampiamente navigable, pozzo più di Tâmisa nello scarico, il fiume più grande dell'Inghilterra. Tamisa ha 346 lunghezze chilometro. Il canale del AloÃsio avrebbe 1000 chilometri, 3 volte quasi più vaste. È stato perso per il relativo hiperbolismo. Durante questo anno di 94 il segretariato della presidenza della Repubblica authorizeed esattamente al Sudene per valutare la necessità di Reals delle risorse di hÃdricos per il nordest. In questa valutazione, il PLIRHINE (programma di sfruttamento integrato del nordest le risorse di HÃdricos) ha concluso che necessità Metà -Sterile di volontà , in 2020, di un consumo dell'acqua di 8 miliardo ³ di /ano m. di prendere la cura di a tutti gli relativi molteplici usi, fornire umano, dessedentação animale, industria, agroindústria ed irrigazione. Dentro do PLIRHINE existiu o Programa de Fortalecimento da Infra-Estrutura HÃdrica do Nordeste que programou em 1994 mais 71 novos açudes a serem construÃdos nas 4 unidades: Ceará 50, R.G. Norte 3,ParaÃba 7 e Pernambuco 11, acrescentando mais 12 bilhões de m³ ao já existente. Durante questo anno di 94 il DNOCS già aveva costruito a 296 dighe che accumulano 17 miliardo ³ di m. di acqua e di più 622 dighe nel regime della cooperazione, accumulante più 2 miliardo ³ di m., sommanti già 19 miliardo ³ di m., volume molto oltre le necessità reali di Metà -Sterile brasiliano.
Durante l'anno di 2001, una consultazione all'UCCELLO fatto per il Ministero dell'integrazione nazionale sul prestito per la trasposizione, ha ricevuto una negazione di risposta, raccomandante quella banca che se reso in primo luogo allo sfruttamento delle acque attuali già in Metà -Sterile. Um bolo de palmatória. Per questo motivo questa esecuzione mega non possiede le risorse esterne.
Da 2004 è storia che conosciamo. Ha avuto molta discrepanza del progetto quanto ai volumi da trasportare. Del ³ di 300m /s si era mosso per 260, 145 127, 64, 26 e per va là . Un'incertezza totale di che cosa intendono, una mancanza di analisi approfondita. Il più recente è trasportare il ³ /but di 64m concepito e la struttura proiettata è per il ³ /s, quello di 127m è 2.1 miliardo ³ di /ano m. Valle per ricordarsi soltanto di quello in una notte piovosa, con una precipitazione di 70 millimetri in un terço (300.000 chilometri di ²) delle cadute Metà -Sterili giù su questa superficie esattamente 2.1 miliardo ³ di m. di acqua, il volume che desiderano prendere con lavoro e dispendii in tale maniera. Quella è la realtà , non è sophism. In mio libro, recentemente pubblicato la POTENZIALITÀ del SEMI-ÃRIDO BRASILIANO, dettagliamo i sensi delle acque che andranno essere trasportate dai canali. Andranno essere versati dentro 8 dighe che già 13 miliardo m. ritengono il ³ di acqua nei relativi rigonfiamenti. Il totale, tuttavia, che Metà -Sterile già accumula è di 37 miliardo ³ di m. di acqua, quella, secondo il governo, non aveva deciso il problema di hÃdrico della regione. Ora, tuttavia, va essere deciso con 2.1 miliardo. Hanno la pazienza del san! Quello è uno confronta il tecnico del paese, una mancanza totale di rispetto agli assistenti tecnici del Brasile. Fino al layperson, fino a che il illiterate che non capisce perché 2.10 miliardo ³ di m. vanno fornire 12 milione abitanti e i 37 miliardo non forniscono. RidÃculo.
Si dice nel sinergia, un'aggiunta delle forze competenti per ottimizzare i exploitations, nel caso le risorse di hÃdricos in questione. Ciò desidera dire che tutta l'acqua delle dighe può essere consumata perché viene di più. Ocorre que o acréscimo vindo da Transposição não cobre nem a evaporação dos açudes em questão. Para se ter uma idéia , se os 2,10 bilhões fossem totalmente direcionados só para o Castanhão, apenas compensaria a evaporação deste mega açude que é, igualmente, de 2,10 bilhões de m³/ano. Nada mais, esta é a Transposição.
Não fizemos nenhuma abordagem sobre as águas subterrâneas do Semi-Ãrido que ocupam um grande maciço sedimentar de 30% da sua superfÃcie. São 135 bilhões de m³ de água armazenados no seio da terra e, ainda, quase nada explorados. Haja água!
OBRAS INCONCLUSAS
Uma nova mega-obra, a Transposição, se desenha nos céus do Nordeste brasileiro. É oportuno fazer um retrospecto das inúmeras outras obras que foram iniciadas para benefÃcio desta grande região e, logo após, simplesmente, abandonadas, inconclusas e sem ter culpados. São geralmente abandonadas pelos desÃgnios de Deus e nunca pela culpa dos governantes. Não há culpados a responder e assim vai o nosso Semi-Ãrido, na sua imensa grandeza, sendo visto pelo Governo apenas como um incômodo á sua administração. A arrancada inicial é sempre explosiva e hiperbólica, um grande banho de esperanças mil sobre os sertanejos desiludidos. Nós, matutos, já vemos tudo com natural desconfiança. Em seguida, logo mais, os recursos orçamentários são contingenciados, as obras interrompidas e o Governo bate em retirada sem nenhuma cerimônia Novas prioridades surgem, aqueloutras são esquecidas. Não precisamos chegar ás gerações futuras para vê-las abandonadas, a coisa é rápida e tudo ocorre dentro da nossa própria geração. Os fracassos são crônicos, sucessivos e acumulativos.
Para se ter uma real dimensão deste descalabro administrativo vamos aos fatos, que escandalizariam a qualquer governante de um paÃs europeu.
Relacionamos abaixo 21 obras inconclusas e abandonadas no Nordeste, mas o número é bem superior, vejamos.
Estado do PiauÃ
Tabuleiros Litorâneos - Projeto de Irrigação de 7.244 há. Teve inicio em 1987
Platô de Guadalupe - Projeto de Irrigação de 13817 há
Vale do Gurguéia - Projeto de Irrigação de 12.000 há
Açude Petrônio Portela-Adutora do Garrincha (Abastecimento)
Açude do Genipapo - Adutoras (Abastecimento)
Adutora do Estreito
Adutora do Sudeste-1999
Barragem do Rangel-1998
Barragem dos Piaus-2002
Barragem do Castelo-1988
Adutora do Algodão
Estado do Ceará
Baixo Acaraú -Projeto de Irrigação-5.950 há
Tabuleiro de Russas-2ª etapa-Projeto de Irrigação 10.666 há
Araras Norte-2ª etapa Projeto de Irrigação 1649 há
Jaguaribe-ApodÃ-2ª etapa Projeto de Irrigação 2.500 há
Barragem do Cedro - Projeto de Irrigação 2350 há (Ano 1906)
Barragem do Castanhão -Projeto de Irrigação 43.000 há-Abastecer Fortaleza e mais 10 cidades.-Geração de energia- 3.800 T/ano de pescado.
Barragem Paulo Pessoa Projeto de Irrigação- 3.500 há (1991)
Barragem do Taquara
Barragem do Granja-45 anos-Iniciado em 1962
Barragem Trussu- Iguatu
Barragem Aurora-Rio Salgado
Estado de Pernambuco
Barragem Serra Talhada- Projeto de Irrigação -5.000 há
Adutora do Oeste-Abastecimento de 43 localidades-230.000 hab-.721 km partindo do rio São Francisco.
Adutora Jucazinho - Abastecimento de Caruaru e mais 18 cidades-700.000 hab.Parte do açude Antonio Gouveia
Adutora do Agreste
Projeto Itaparica -Irrigação -20.000 há- Reassentamento 30.000 hab.margem do rio-20 anos
Orocó- Canal de Irrigação e Abastecimento
Barragem Umburanas em Boa Vista-(amontoado de concreto)
Açude do Rosário- Mun. de Iguaraci -Irrigação
Moxotó -PerÃmetro Irrigado- Açude Poço da Cruz -Ibimirim -Salinizado (1976)
Custódia- Antigos canais de Irrigação
Adutora do Pajeú -(com tomada em Itaparica)
Pontal-Projeto de Irrigação 10.000 há em Petrolina
ESTADO DA PARAÃBA
Canal da Redenção-37 km -Projeto de Irrigação Várzea do Sousa- 5.000 ha- Iniciado em 1998 a partir de Coremas.Forte questão polÃtica
Projeto de Irrigação São Gonçalo de 3.000 há só implantou 1.500 há
CONCLUSÃO
Este é o quadro geral das obras abandonadas e inconclusas no Nordeste brasileiro, uma vergonha e uma afronta á sociedade nordestina que grita por obras estruturais para o seu desenvolvimento pleno. Se os projetos de irrigação estivessem concluÃdos terÃamos mais 300.000 hectares irrigados gerando quase dois milhões de empregos e produzindo cerca de 15 milhões de toneladas de produtos agrÃcolas por ano, uma grande riqueza para a nossa região. Além do mais estes 300.000 hectares são uma geratriz de grande efeito multiplicador. Surgem cidades, vilas, escolas profissionalizantes, universidades, hotéis, indústrias, comércio especializado, supermercados e tudo mais que exige uma nucleação popular.
A indústria das secas é um fato inerente á vida polÃtica da região nordestina tendo como carro chefe o pipa a desfilar pelos nossos sertões sequiosos, onde o chefe polÃtico exerce o seu poder sobre a água. Esta indústria vem num crescendo constante com obras de todos os tamanhos, açudes, canais, adutoras, irrigação, obras inconclusas.
Agora é a vez da Transposição, obra inócua e desprovida de significado, pois que o Nordeste setentrional, penhoradamente, agradece e dispensa as águas do rio São Francisco, por total e absoluta falta de necessidade, uma vez que já acumula, somente nos 8 grandes açudes, 13 bilhões de metros cúbicos de água, (5 vezes e meia a baia da Guanabara), exatamente os 8 açudes plurianuais que irão receber os magros 2 bilhões/m³ anuais (127m³/s) aduzidos do canal da Transposição. A evaporação anual dos 13 bilhões é da ordem de 4 bilhões, o dobro da água que vai chegar do rio. Uma irrisão.
Mais ainda, os 3 estados mais ávidos por mais água, ParaÃba, Rio Grande do Norte e Ceará já acumulam nos seus imensos reservatórios 26 bilhões de metros cúbicos, 70%das águas reservadas no Semi-Ãrido brasileiro, 11 vezes as águas da baia da Guanabara. Pela vulnerabilidade deste grande Projeto, numa análise cartesiana, somos levados a pensar que ele não resistirá a uma travessia administrativa e pode morrer na praia.
Até mesmo o Coordenador Geral da Transposição, Rômulo Macedo, ilustre e ilustrado engenheiro, receia que, faltando continuidade administrativa como soe acontecer, esta obra se transforme numa Transamazônica (ISTO È nº 1964), que, como todos sabem, é uma vergonha nacional.
Os dados apresentados aqui são reais, são verdadeiras e nem podiam deixar de ser. Os técnicos sabem e conhecem, mas são áulicos do Governo. O então governador do Rio de Janeiro, Carlos Lacerda já dizia: "O técnico é um profissional fundamental para o desenvolvimento de um paÃs, mas se torna de alta periculosidade quando está a serviço do Governo, porque deixa de defender soluções para aplaudir posições".
Ainda é tempo para reflexões, afim de que esta obra, em breve, não venha a ser o grande Complexo Industrial das Secas e se transforme no grande elefante do reino de Sião, ou seja o maior elefante branco da América do Sul
Artigo publicado no CADERNO CEAS 227, Especial Rio São Francisco, Dezembro 2007
Umstellung des Flusses San Francisco
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TRANSPOSIÇÃO-UMA KARTESISCHE ANALYSE
Manoel Bomfim Ribeiro
SYNTHESE:
Diese Arbeit zeigt die reale Abbildung der Umstellung, wie alles da der Anfang und die unterirdischen Gründe auftrat, die zu die Durchführung dieser Groß-kunstfertigkeit führen, die, in nichts, das Probleme hÃdrico von brasilianischem Hälfte-Unfruchtbarem entscheidet. Diese Region bereits possesss, die eine große Wasserquelle für die Hartnäckigkeit des Nordostmannes konstruierte. Nur ein großes leistungsfähiges e ist ein großer Würfel von 37 Kilometern Kubik vom Wasser, das in den Tausenden der Vorratsbehälterverbreitung für alle Quadranten des halben Netzes von expositories gespeichert wird, um dieses Wasser zu allem hiddings Ort dieser großen Region zu nehmen. Dieses Netz begann bereits und ermangelte so nur zu den Ausstattungen und zu den Betriebsmitteln für das aceleramento der workmanships. Diese expositories independem des Kanals der Umstellung, weil das Wasser bereits in seinen Vorratsbehälter angesammelt wird,
waren im Jahr von 1820 das D. João VI, die Informationen, die von den arrasadoras Dürren von Jahrhundert XVIII, der großen Dürre von 1777/1779 notwendigerweise erhalten historisch sind, stellte sich Lösungen vor, um herauf den Suffering des Bevölkerungen Brasilianers nordöstlich zu erhellen. Zeitweilige Flüsse und Ströme, Jaguaribe, Piranhas, Açu, PotÃ, Pirangà Acaraú, Curu, Vasa Fässer, Schiff, so viel und so viele andere waren assoberbavam mit hibernais Regen, überwältigende indômitos und, Gießen, Gesamtmenge ansammelnd, sein Wasser im Atlantik und nicht keine Reserve für die folgenden Monate. Die Hauptsitze der Bevölkerungen abzuschwächen die auf jedes Jahr sich erhöhten, wurde man notwendig daß diese Flüsse perenizados waren um Es war einfach für D.João VI, sich, mit den wenigen Daten von dem vorzustellen, das es Gebrauch bildete, zu perenizar sie mit Wasser des fabuloso San Francisco, des unermeßlichen Flusses, ohne keine Ausnutzung, der anfänglichen Navigation und des bereits abbremsenden korrekten Hälfte-Unfruchtbaren. Einfach, einen Kanal für Schwerkraft zu konstruieren, ohne an die Topographie und die Unterschiede von Quoten, ein zutreffendes Ei von Columbus zu denken. Die imperiale Regierung sprach nicht in den röhrenförmigen Verdammungen noch in den Brunnen, Sachen dort der östlichen Welt. Einige Landwirte jedoch premidos für die Notwendigkeiten, hatten versucht, Wasser nach dem zufall zu verbinden, beschmutzt das Konstruieren und Verdammungen in der Unterseite der reinen Phantasie und in übereinstimmung mit den lokalen Bedingungen, ohne keinen Executivplan, aber sein Effekt war für die umgebenden Bevölkerungen so außerordentlich gewesen, die diese wenn, gewesen waren e, zur Dämmerung von Jahrhundert XX multiplizierend, hatten eine zutreffende Ausführung das Gesellschaft sertaneja, zum der Verdammungen in seinen Eigenschaften zu konstruieren. Die großen Landwirte, Repräsentanten des landwirtschaftlichen feudalismo, mit der Hand der einfachen und vorhandenen Kunstfertigkeit, hatten begonnen, zum Vorteil das rendilhado eins der zeitweiligen Ströme alle, so Common zu verwenden in der Nordostentlastung. Sie wählten, für Intuition, die ombreiras eine mehr Sie propitiate für den Handwerkeraufbau der Vorratsbehälter und trugen die Materialien, um die Karte des Stromes mit von 2, 3 abzuhalten, oder 4 rohe Leder Rind, geänderte zu den anderen und für zusammen auch des Rindes geschleppt, stufenweise, gingen sie, das paramento des Schwalls mit guter Breite anzuheben, im Allgemeinen Super-dimensionada. Region des Viehs, mit dem Leder wurde alles, der Türen, Fenster, Stühle, Schemel, Betten, war usw., die Zivilisation des Leders, von dem in ihm sagt zu Capistrano De zu ihnen Abreu. Die kleinen Schöpfer gesucht, um, in seinen kleinen Bauernhöfen und in fazendolas nachzuahmen, die Verdammungen, die sie in die großen Eigenschaften sahen. ConstruÃam beschmutzt, wäßrig, algibes, alles ohne keine Planung, aber das verband es Wasser. Sie hatten auch erfahren, daß die Sonne eine große Bombe des Saugens war und die wäßrigen mit vieler Geschwindigkeit trocknete. Die Fähigkeit war zu mehr Wanne das Bassin des Sumpfes, das heißt, zu mehr Tiefe die Kunstfertigkeit, eine intuitiva Weise zu geben, wenig von Wasser auf dem schädlichen Effekt der Verdampfung zu speichern.
VERDAMMUNGEN SEINE FUNKTIONEN,
wenn die ruralista Gesellschaft, wenn Sie der Wert der Verdammung als große Lösung überzeugt werden und die Reise des Wassers für das Meer spät sind und seinem vorteilhaften Effekt in seinen Eigenschaften glauben und das Vieh speichern, obgleich die großen estiagens und jeder Landwirt, die den Nutzen in seinem Nachbar sich sorgen, eine zutreffende Kernbildung im Aufbau dieser Vorratsbehälter hatten. Ein großes envolvement erschien in den verschiedenen Sektoren der Gesellschaft, im Beamten, Rathäuser, Regierungen des Zustandes, Bundesregierung, bestimmte Agenturen, jeder. Lache war, Verdammungen zu konstruieren. Die Unternehmen hatten erschienene Fremdfirmen und in ihm, das ich die Arbeit anfange, in der Bahre, im bangüê manuell, in den Truppen von jumentos ausgerüstet mit caixotes Material, war zu tragen zum Aufbau der paramentos. Das Verbinden vom massiven war mit den Füßen des korrekten Tieres erfolgt. Eifrige Arbeit, verzögert aber Konstante. Später und die Fremdfirmen hatten sie stufenweises gewesen beim Mechanisieren mit LKWas und Traktoren der Blätter. Später waren die Bewegung-screpers, die motoniveladoras, die Tounalache, der Fuß Schafe, mechanisiertes Gesamtetc., Unternehmen bereits erschienen. Die Verdammungen gingen Erscheinen der Nacht für den Tag, die konstruktiven Techniken, die zu jeder neuen Kunstfertigkeit verbessert wurden. Mannschaften des Technikers suchten das Hinterland, das die kleinen hidrográficas Bassins, die sazonais und das zeitweilige die Ströme sucht und stellten lokales günstiges und mit guten ombreiras nach dem Verdammung Aufbau fest. Er war nicht von den gutleuten, die nicht eine gute Verdammung hatten. Theófilo Krieg, tiefer Experte von Hälfte-Unfruchtbarem, besagt: „In der Hinterlandsenke mehr, zum die Familie einer guten Verdammung welches eines reichen und schönen Palastes zu überlassen“. Die Verdammungen waren von der Mitarbeit erschienen, die die aus einer Teilnahme zwischen der Regierung und dem Eigentümer des Landes bestand. Es war ein großes Hilfsmittel zum Landwirt, der erheblich den schrecklichen Effekt der Dürren herabsetzt. E os reservatórios se multiplicaram e o Semi-Ãrido foi sendo pontilhado de pequenos, médios e grandes pólos hÃdricos.
Das Gesellschaft sertaneja glaubte, convictamente, in der Verdammung und drueckte, mit dem Beispiel in auffangene, was die Regierung bilden mußte. Cada açude construÃdo era uma benesse, era uma salvação. In diesem Jahrhundert, in dem die gebürtige Vegetation noch auffängt beherrschte, wurde das Vieh in gelösten gezüchtet und in einer guten Verdammung war ein großer Schutz für das Leben im Bauernhof. Die Politiker, natürliche Repräsentanten der Gesellschaft verlangten der Reihe nach praktische Tätigkeiten der Regierung für den Aufbau von Vorratsbehälter.
Durch Ermittlung der imperialen Regierung waren die Ingenieure des Schnittes, waren gekommen andere von Portugal verlangt worden und der übersichten Techniker hatte begonnen, mit topographischen Studien, Projekten in den flachen Tabellen, Sizings des Volumens und Berechnungen der Stabilität ausgearbeitet zu werden. Die Technologie im Verdammung Aufbau, wenn sie, Berechnungen der Verdampfungindizes, Hunderte des angebrachten Regens verbessert wird, mißt die Bestimmung der Niederschlagniveaus, der Studien von Geologie für die Wahl der Materialien ab, die für Gebrauch in den Wänden der workmanships argillaceous sind, der Studien der Infiltration und des Zurückhaltens des Wassers im Boden, „laufen lassen-von“, das heißt, des Index der Trockenlegung des Wassers der Oberfläche in den talvegues der Ströme.
Wir lassen die Zivilisation des Leders und kommen in die Zivilisation der Verdammung herein.
Im Februar von 1878 reiste eine Kommission, die für die Regierung verursacht wurde, für einige Nordost Zustände, hauptsächlich für den Zustand des Ceará und arbeitete ein minuziöses Reportempfehlen aus:
a) Der Aufbau der Eisenbahnen, das einzige Hälfte des terrestrischen Transportes der Zeit. Es wurde nicht in den Landstraßen, bestand nicht gesagt.
b) Der Aufbau von 30 Verdammungen, jedes habend die Kapazität, Million von Kubikmeßinstrumenten Wasser anzusammeln.
c) Installation meteorologischer Stationen
d) der Aufbau eines Kanals, zum an den Fluß San Francisco an die Fluß Jaguaribe PERIODE
der GROSSEN VERDAMMUNGEN des
Technikers, das Maß zu binden, das die Verfahren beherrscht hatte, die konstruktiv sind, hatte eine zutreffende Emulation für die Verdammung Durchführung verursacht, die groß ist, nachdem siegesucht siegesucht hatte, um mit den greaters der Welt zu konkurrieren. 1936 wurde es den Coremas Verdammungen konstruiert, dann mehr die Wasser Mutter, im Zustand des ParaÃba, verbunden zwischen sich für einen Tunnel von 15 Kilometern und faßte 1.4 Milliarde von Kubikmeßinstrumenten Wasser zusammen. Das Coremas mit 720 Million m ³ wurde nur die größte Verdammung des Südamerikanerkontinentes.
Im Jahr von 1960 war es die Zeit des Orós im Ceará und fing den Fluß Jaguaribe, in der Regierung JK ab, betrachtete den größten trockenen Fluß der Welt. Diese Verdammung sammelt 2.5 Milliarde Kubikmeßinstrumente an, aber mit dem Dispersionsventil kann sie 4 Milliarde ansammeln. Grössere Verdammung der Welt.
Im Jahr von 1983, der Minister Mário Andreazza, der Vater der großen workmanships, im Açu, großen Fluß des Nordens, die englische Verdammung konstruiert. Armando Ribeiro Gonçalves, mit der Kapazität von 2.4 Milliarde m ³, werdene grössere Verdammung 2º der Welt.
2003 wurde es gefolgert und die Castanhão Verdammung im Fluß Jaguaribe eröffnete, eröffnet für Präsidenten Lula und, ausgegangen, die größte Verdammung der Welt und fast sammelte 6.7 Milliarde m ³, Volumenäquivalent die 3mal Bucht des Guanabara und die 44 mal das Paranoá, den großen See von Brasilia an, das herauf die atmosphärische Feuchtigkeit des Kapitals der Republik erhellt. Das Castanhão, Stolz der nationalen hydraulischen Technik, kann vom Mond gesehen werden und wenn ein Tag sein Wasser durch Systeme verteilte expositories war. die Bevölkerung des Zustandes des Ceará würde um zu allen kümmern. Der Gesamtausfluß der Senke ist vom 43,5m ³ /s. (100% der Garantie) in einem Wasser méga und in der hypothetischen Verteilung, würde das Castanhão um der Bevölkerung der 3 angibt daß Schrei heraus für die Umstellung, Ceará, großer Fluß von Norte und von ParaÃba und wurde noch sobraria viel Wasser kümmern. Die Kanäle würden einen Brunnen wenig kilometrage haben, das von der Umstellung.
E war folglich, in diesem großen konstruktiven Rennen, daß wir, zum Ende von Jahrhundert XX, mit der fantastischen Zahl 70.000 Verdammungen (LARAQUE 1989) des Raumes ankommen, der durch alle Quadranten von brasilianischem Hälfte-Unfruchtbarem verbreitet wird. Deste, cerca de 60% são anuais, não suportam dois anos sem novas chuvas, não podem estruturar uma propriedade. Sie sind die kleinen workmanships, die im Arm konstruiert werden. Ungefähr 20% sind sie plurianuais und stützen die normalen Dürren und die nicht Goldgrube sie. Bleibt 20%, herum 14, welche die 15.000 Verdammungen Zwischen-jährlich sind, die großen Sommerdurchgänge stützend, nie trocknet nicht, obgleich die großen Dürren, die zu jedem 26anos (sinusoide von Fourier) auftreten. Sie sind die großen Verdammungen, mit rigorosem Verbesserung Techniker und dem Ansammeln von ungefähr 80% von vorhandenem Wasser in Hälfte-Unfruchtbarem, etwas herum 30 Milliarde m ³. Einige, mit angebrachten hidrelétricas und vielen anderen mit Bewässerungprojekten. In der Majorität, die sie Leerlauf, große Verdampfungsspiegel, „zutreffende Wasserkirchhöfe“ von dem im ehemaligen MaÃlson Minister des N3obrega sind, spricht mit ihnen mit dem paraibano Wirtschaftswissenschaftler und, wenig, das mit Vorteil verwendet wird, leidet den drastischen Effekt unter der Verdampfung, aber, jährlich gewinnen sie Gesamtmenge oder teilweise zurück.
Die UMSTELLUNG
die Idee jedoch Wasser des San Franciscos für den Nordosten zu nehmen bereits wur |